{"id":104549,"date":"2017-01-16T01:29:03","date_gmt":"2017-01-16T03:29:03","guid":{"rendered":"http:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/?p=104549"},"modified":"2017-01-15T23:48:14","modified_gmt":"2017-01-16T01:48:14","slug":"governo-reduz-em-r-375-bilhoes-volume-de-restos-a-pagar-para-2017","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/migracao.redenoticia.com.br\/noticia\/2017\/governo-reduz-em-r-375-bilhoes-volume-de-restos-a-pagar-para-2017\/104549","title":{"rendered":"Governo reduz em R$ 37,5 bilh\u00f5es volume de restos a pagar para 2017"},"content":{"rendered":"<p> Os <strong><em>restos a pagar do governo federal<\/em><\/strong> ca\u00edram 20% de 2016 para 2017. O n\u00famero foi divulgado pelo Tesouro Nacional. Segundo o \u00f3rg\u00e3o, o volume de restos a pagar caiu de R$ 185,7 bilh\u00f5es em 2016 para R$ 148,2 bilh\u00f5es este ano. S\u00e3o considerados restos a pagar as despesas empenhadas (autorizadas) num ano, mas n\u00e3o pagas at\u00e9 o fim do exerc\u00edcio fiscal, ficando para o ano seguinte.<\/p>\n<p>De acordo com o Minist\u00e9rio da Fazenda, a redu\u00e7\u00e3o do passivo \u00e9 a maior dos \u00faltimos dez anos, mesmo se desconsiderar os pagamentos dos passivos com bancos oficiais e o Fundo de Garantia do Tempo de Servi\u00e7o (FGTS), que inflaram os restos a pagar em 2016.<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o a participa\u00e7\u00e3o no total do or\u00e7amento, os restos a pagar voltaram aos n\u00edveis do ano de 2008. Para 2017, essas verbas corresponderam a 6,6% do or\u00e7amento total do ano, contra 8,5% em 2016, 12,3% em 2015 e 13,4% em 2014.<\/p>\n<p>Segundo o Tesouro, a redu\u00e7\u00e3o dos restos a pagar em 2017 deve-se a tr\u00eas motivos. O primeiro \u00e9 o cancelamento de autoriza\u00e7\u00f5es para servi\u00e7os que ainda n\u00e3o haviam sido executados. O governo tamb\u00e9m ampliou o uso de recursos financeiros levantados por meio de t\u00edtulos p\u00fablicos e quitou mais restos a pagar que em anos anteriores.<\/p>\n<p>No ano passado, dos R$ 185,7 bilh\u00f5es de restos a pagar, a equipe econ\u00f4mica executou R$ 105,6 bilh\u00f5es, 57% do total. Em termos proporcionais, a execu\u00e7\u00e3o \u00e9 a maior observada desde 2011. A execu\u00e7\u00e3o dos restos a pagar foi acelerada ap\u00f3s a aprova\u00e7\u00e3o da emenda constitucional que limita o crescimento dos gastos p\u00fablicos.<\/p>\n<p>De acordo com a emenda, o governo poder\u00e1 gastar, em 2017, at\u00e9 7,2% a mais que em 2016. Para ampliar o teto, o governo usou parte dos R$ 46,8 bilh\u00f5es obtidos com a regulariza\u00e7\u00e3o de recursos no exterior (tamb\u00e9m conhecida como repatria\u00e7\u00e3o) para acelerar a execu\u00e7\u00e3o dos restos a pagar e alcan\u00e7ar um limite maior de gastos para este ano.<\/p>\n<p>Wellton M\u00e1ximo \u2013 Rep\u00f3rter da Ag\u00eancia Brasil<br \/>\nEdi\u00e7\u00e3o: Augusto Queiroz<br \/>\n16\/01\/2017<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os restos a pagar do governo federal ca\u00edram 20% de 2016 para 2017. O n\u00famero foi divulgado pelo Tesouro Nacional. Segundo o \u00f3rg\u00e3o, o volume de restos a pagar caiu de R$ 185,7 bilh\u00f5es em 2016 para R$ 148,2 bilh\u00f5es este ano. 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