{"id":122898,"date":"2017-10-09T00:04:19","date_gmt":"2017-10-09T03:04:19","guid":{"rendered":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/?p=122898"},"modified":"2017-10-08T18:46:13","modified_gmt":"2017-10-08T21:46:13","slug":"fapesp-e-newton-fund-ampliam-prazo-de-chamadas-sobre-biodiversidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/migracao.redenoticia.com.br\/noticia\/2017\/fapesp-e-newton-fund-ampliam-prazo-de-chamadas-sobre-biodiversidade\/122898","title":{"rendered":"FAPESP e Newton Fund ampliam prazo de chamadas sobre biodiversidade"},"content":{"rendered":"<p> Ag\u00eancia FAPESP\u00a0\u2013 A FAPESP e o Newton Fund estenderam de 13 para 20 de outubro as datas-limite de duas chamadas de propostas sobre o tema <strong><em>Biodiversidade<\/em><\/strong> \u2013 Sistemas Ecossist\u00eamicos para o Desenvolvimento Sustent\u00e1vel.<\/p>\n<p>A primeira chamada \u2013 Latin America Biodiversity Regional Researcher Links Workshops \u2013 apoia a realiza\u00e7\u00e3o de workshops que reunir\u00e3o pesquisadores do Reino Unido e de pa\u00edses da Am\u00e9rica Latina. Os workshops poder\u00e3o ser realizados na Argentina, Brasil (Estado de S\u00e3o Paulo), Chile, Col\u00f4mbia, M\u00e9xico ou Peru. Os participantes ser\u00e3o divididos em partes iguais entre pesquisadores do Reino Unido, do pa\u00eds h\u00f3spede e pesquisadores regionais.<\/p>\n<p>Os workshops no Estado de S\u00e3o Paulo dever\u00e3o ocorrer entre 1\u00ba de mar\u00e7o e 31 de agosto de 2018. Eles devem ser conduzidos em ingl\u00eas e ter\u00e3o dura\u00e7\u00e3o de tr\u00eas a cinco dias.<\/p>\n<p>Os coordenadores dos workshops dever\u00e3o ser pesquisadores respons\u00e1veis ou principais em projetos de pesquisa financiados pela FAPESP em uma das seguintes modalidades: Projetos Tem\u00e1ticos, Jovens Pesquisadores em Centros Emergentes, Centros de Pesquisa, Inova\u00e7\u00e3o e Difus\u00e3o (CEPID) e Programa de Apoio \u00e0 Pesquisa em Parceria para Inova\u00e7\u00e3o Tecnol\u00f3gica (PITE).<\/p>\n<p>A chamada de propostas est\u00e1 dispon\u00edvel em:\u00a0.<\/p>\n<p>A segunda chamada \u2013 Researcher Links Travel Grants \u2013 apoiar\u00e1 pesquisadores visitantes em viagens para desenvolvimento de projetos de pesquisa em colabora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>As viagens tamb\u00e9m devem contribuir para fortalecer liga\u00e7\u00f5es visando futuras colabora\u00e7\u00f5es e aumentar as oportunidades de coopera\u00e7\u00e3o internacional. Residentes nos pa\u00edses parceiros podem solicitar financiamento para visitar o Reino Unido e vice-versa. As viagens devem prever a participa\u00e7\u00e3o em pesquisas sobre os mesmos temas, por um per\u00edodo de 4 a 12 semanas.<\/p>\n<p>A chamada de propostas est\u00e1 dispon\u00edvel em:\u00a0.<\/p>\n<p>O prazo-limite para submiss\u00e3o de propostas nas duas chamadas \u00e9 20 de outubro de 2017, \u00e0s 16h (hor\u00e1rio do Reino Unido).<\/p>\n<p>&#8212;<br \/>\n P\u00f3s-doutorado em Administra\u00e7\u00e3o Hospitalar com Bolsa da FAPESP<\/p>\n<p>Ag\u00eancia FAPESP\u00a0\u2013 A Faculdade de Economia, Administra\u00e7\u00e3o e Contabilidade de Ribeir\u00e3o Preto da USP disp\u00f5e de uma vaga de <strong><em>p\u00f3s-doutorado<\/em><\/strong>, com Bolsa da FAPESP. O prazo de inscri\u00e7\u00e3o vai at\u00e9 dia 11 de outubro de 2017. A oportunidade est\u00e1 relacionada ao projeto &#8220;&#8221; e \u00e9 desenvolvida no \u00e2mbito do Programa Parceira para a Inova\u00e7\u00e3o Tecnol\u00f3gica (PITE) da FAPESP, por meio de\u00a0\u00a0com o\u00a0Instituto de Estudos de Sa\u00fade Suplementar (IESS).<\/p>\n<p>Coordenado pelo professor\u00a0, o projeto propor\u00e1 modelos de gest\u00e3o financeira e de servi\u00e7os que possam contribuir para sustentabilidade financeira dos planos de sa\u00fade dos hospitais filantr\u00f3picos, auxiliando no desenvolvimento do setor de sa\u00fade suplementar.<\/p>\n<p>Os candidatos devem ter forma\u00e7\u00e3o em Administra\u00e7\u00e3o ou Engenharia de Produ\u00e7\u00e3o e experi\u00eancia em: An\u00e1lise Envolt\u00f3ria de Dados (DEA); Processos e normas hospitalares; Finan\u00e7as e Quality Function Deployment (QFD).<\/p>\n<p>Os interessados em se inscrever devem enviar e-mail para\u00a0apoiopq@fearp.usp.br.<\/p>\n<p>Mais informa\u00e7\u00f5es sobre a oportunidade est\u00e3o em:\u00a0<\/p>\n<p>A vaga est\u00e1 aberta a brasileiros e estrangeiros. O selecionado receber\u00e1 Bolsa de P\u00f3s-Doutorado da FAPESP no valor de R$ 7.174,80 mensais e Reserva T\u00e9cnica. A Reserva T\u00e9cnica de Bolsa de PD equivale a 15% do valor anual da bolsa e tem o objetivo de atender a despesas imprevistas e diretamente relacionadas \u00e0 atividade de pesquisa.<\/p>\n<p>Caso o bolsista de PD resida em domic\u00edlio diferente e precise se mudar para a cidade onde se localiza a institui\u00e7\u00e3o-sede da pesquisa, poder\u00e1 ter direito a um Aux\u00edlio-Instala\u00e7\u00e3o. Mais informa\u00e7\u00f5es sobre a Bolsa de P\u00f3s-Doutorado da FAPESP est\u00e3o dispon\u00edveis em\u00a0.<\/p>\n<p>Outras vagas de bolsas, em diversas \u00e1reas do conhecimento, est\u00e3o no site FAPESP-Oportunidades, em\u00a0.<\/p>\n<p>&#8212;<br \/>\n Menos gordura, mais cabelo e pele jovem<\/p>\n<p>Karina Toledo e Peter Moon\u00a0 |\u00a0 Ag\u00eancia FAPESP\u00a0\u2013 <strong><em>Dietas de restri\u00e7\u00e3o cal\u00f3rica<\/em><\/strong> t\u00eam sido associadas a v\u00e1rios benef\u00edcios para a sa\u00fade, mas seus efeitos sobre a pele ainda n\u00e3o haviam sido demonstrados. Uma pesquisa feita na Universidade de S\u00e3o Paulo (USP) verificou que, em camundongos, o controle de calorias ajuda os animais a viver mais, por\u00e9m, reduz as reservas de gordura (tecido adiposo) que mant\u00eam o corpo aquecido.<\/p>\n<p>Para compensar esse efeito da dieta, observaram os pesquisadores, o tecido cut\u00e2neo dos roedores estimulou o crescimento de pelos e aumentou o fluxo sangu\u00edneo para aquecer a pele.<\/p>\n<p>Ao mesmo tempo, foram observadas altera\u00e7\u00f5es no metabolismo celular. Os animais revelaram uma resposta adaptativa para permanecer aquecidos \u2013 e vivos \u2013 em condi\u00e7\u00f5es alimentares limitadas.<\/p>\n<p>O trabalho foi conduzido durante o p\u00f3s-doutoramento de Maria Fernanda Forni no Instituto de Qu\u00edmica da USP \u2013 com\u00a0\u00a0e orienta\u00e7\u00e3o de Alicia Kowaltowski. Foi realizado no \u00e2mbito do Projeto Tem\u00e1tico &#8220;&#8221;, coordenado por Kowaltowski.<\/p>\n<p>Resultados do estudo foram publicados em setembro na revista\u00a0. \u201cAs mudan\u00e7as na pelagem e na pele foram bastante percept\u00edveis. S\u00e3o interessantes porque se mostraram ap\u00f3s apenas alguns meses, quando os animais ainda n\u00e3o s\u00e3o velhos\u201d, disse Kowaltowski.<\/p>\n<p>A pesquisa foi feita com dois grupos de camundongos ao longo de seis meses. Em um dos grupos, os animais puderam se alimentar como, quando e quanto queriam. Ficaram obesos. O segundo grupo foi submetido a uma dieta na qual se podia comer apenas 60% das calorias consumidas em m\u00e9dia pelo outro grupo.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s seis meses, os animais submetidos \u00e0 restri\u00e7\u00e3o cal\u00f3rica apresentavam massa corporal 40% menor que a dos demais (n\u00e3o perderam peso, apenas n\u00e3o engordaram como os que comeram livremente). Como diminuiu a gordura que ajuda a deixar os corpos aquecidos, a resposta adaptativa da pele dos roedores foi estimular o crescimento de pelos. Ap\u00f3s seis meses, os animais passaram a exibir pelagens mais uniformes, mais espessas e com pelos mais longos.<\/p>\n<p>\u201cO pelo tem propriedades que isolam melhor o calor. Achamos que essa \u00e9 uma adapta\u00e7\u00e3o presente nos mam\u00edferos. Aqueles que comem menos t\u00eam menos gordura e, portanto, precisam de mais pelos para isolar o calor\u201d, disse Kowaltowski.<\/p>\n<p>A vasculariza\u00e7\u00e3o da pele tamb\u00e9m se alterou. Comparado com os animais obesos, os camundongos com restri\u00e7\u00e3o cal\u00f3rica apresentaram tr\u00eas vezes mais vasos sangu\u00edneos na pele.<\/p>\n<p>Essa altera\u00e7\u00e3o aumentou a irriga\u00e7\u00e3o sangu\u00ednea das c\u00e9lulas cut\u00e2neas. Ao mesmo tempo, essas c\u00e9lulas exibiram diferen\u00e7as no metabolismo.<\/p>\n<p>Por outro lado, nos roedores obesos, o que se constatou foi o aparecimento de sinais de envelhecimento precoce da pele. \u201cA mudan\u00e7a na vasoconstri\u00e7\u00e3o auxilia os camundongos magros a conservar calor. Ao mesmo tempo, a pele se manteve jovem\u201d, disse Kowaltowski.<\/p>\n<p>Uma segunda etapa da pesquisa consistiu na raspagem de trechos na pelagem dos dois grupos, de modo a confirmar se o pelo extra estaria ajudando a aquecer os animais com restri\u00e7\u00e3o cal\u00f3rica. \u201cRaspamos o pelo dos camundongos e verificamos a evolu\u00e7\u00e3o deles ao longo de um m\u00eas\u201d, disse Kowaltowski.<\/p>\n<p>Com base em aferi\u00e7\u00f5es de perda de calor corp\u00f3reo, foi poss\u00edvel atestar que as pelagens mais espessas ajudaram a isolar o calor.<\/p>\n<p>\u201cOs camundongos em restri\u00e7\u00e3o cal\u00f3rica perderam massa muscular e se tornaram mais let\u00e1rgicos. Trata-se de uma mudan\u00e7a no metabolismo que foi resultado direto da perda de calor corporal para o meio ambiente. Eles n\u00e3o conseguem viver bem sem pelos\u201d, disse.<\/p>\n<p>Por fim, tingiu-se o pelo dos animais com um corante azul para verificar se haveria diferen\u00e7a na quantidade de perda de pelos entre os camundongos em dieta e os obesos. O que se constatou foi que, nos animais em dieta, a perda de pelagem foi menor e o pelo se manteve espesso. \u201cEles perderam menos pelos e o pelo permaneceu por mais tempo, o que pode ser uma adapta\u00e7\u00e3o para evitar gasto de energia com o crescimento de pelos\u201d, disse Kowaltowski.<\/p>\n<p>\u201cEssas descobertas s\u00e3o especialmente significativas, uma vez que revelam n\u00e3o apenas um efeito marcante da restri\u00e7\u00e3o cal\u00f3rica sobre a pele, mas tamb\u00e9m um mecanismo adaptativo para lidar com o isolamento reduzido derivado de altera\u00e7\u00f5es na pele sob condi\u00e7\u00f5es de redu\u00e7\u00e3o da ingest\u00e3o cal\u00f3rica\u201d, disse.<\/p>\n<p>Prote\u00e7\u00e3o para o f\u00edgado<\/p>\n<p>Em um outro trabalho, publicado na revista\u00a0, o grupo de Kowaltowski mostrou que a ado\u00e7\u00e3o de uma dieta restrita em calorias protegeu o f\u00edgado de camundongos de danos causados pela interrup\u00e7\u00e3o tempor\u00e1ria do fluxo sangu\u00edneo para o \u00f3rg\u00e3o.<\/p>\n<p>\u201cQuando comparamos os animais que comiam \u00e0 vontade com os submetidos a uma dieta com restri\u00e7\u00e3o cal\u00f3rica, a diferen\u00e7a foi enorme. Enquanto no primeiro grupo cerca de 25% do f\u00edgado ficou comprometido, no segundo, o \u00edndice foi de apenas 1%\u201d, disse a pesquisadora.<\/p>\n<p>O modelo adotado no experimento \u2013 conhecido como isquemia e reperfus\u00e3o \u2013 consiste em interromper cerca de 70% do fluxo sangu\u00edneo para o f\u00edgado durante 40 minutos, simulando um infarto. Dados da literatura cient\u00edfica indicam que esse tipo de procedimento induz um aumento patol\u00f3gico de c\u00e1lcio no tecido, o que causa uma pane no funcionamento das mitoc\u00f4ndrias (organelas respons\u00e1veis pela produ\u00e7\u00e3o da energia celular) e leva parte das c\u00e9lulas hep\u00e1ticas \u00e0 morte.<\/p>\n<p>\u201cO c\u00e1lcio \u00e9 importante para regular o metabolismo da mitoc\u00f4ndria e aumentar a produ\u00e7\u00e3o de ATP [adenosina trifosfato, mol\u00e9cula que armazena energia]. Por\u00e9m, em excesso, faz com que a organela pare de trabalhar adequadamente. Nossa hip\u00f3tese, portanto, era de que o benef\u00edcio observado com a dieta estaria relacionado com um aumento na capacidade das mitoc\u00f4ndrias de captar c\u00e1lcio do meio intracelular sem deixar de produzir energia\u201d, explicou Sergio Menezes-Filho, pesquisador do IQ-USP e primeiro autor do artigo.<\/p>\n<p>Ensaios\u00a0in vitro\u00a0foram feitos para confirmar a teoria e compreender melhor os mecanismos envolvidos. Para isso, os pesquisadores isolaram mitoc\u00f4ndrias dos dois grupos de animais inclu\u00eddos no estudo: um liberado para comer \u00e0 vontade (controle) e outro submetido \u00e0 restri\u00e7\u00e3o cal\u00f3rica (60% das calorias do controle).<\/p>\n<p>As mitoc\u00f4ndrias foram colocadas em um meio de incuba\u00e7\u00e3o com uma sonda fluorescente que brilhava \u00e0 medida que a concentra\u00e7\u00e3o de c\u00e1lcio aumentava.<\/p>\n<p>\u201cAcrescent\u00e1vamos uma pequena quantidade do mineral no meio e a fluoresc\u00eancia aumentava. \u00c0 medida que a mitoc\u00f4ndria captava o c\u00e1lcio, o brilho diminu\u00eda. Ent\u00e3o acrescent\u00e1vamos mais um pouco. Quando a organela atingia sua capacidade m\u00e1xima de capta\u00e7\u00e3o, o mineral come\u00e7ava a voltar para o meio de incuba\u00e7\u00e3o e a fluoresc\u00eancia aumentava mesmo sem novas adi\u00e7\u00f5es\u201d, explicou Menezes-Filho.<\/p>\n<p>Por meio desse experimento, o grupo observou que as mitoc\u00f4ndrias dos animais submetidos \u00e0 restri\u00e7\u00e3o cal\u00f3rica conseguiam captar cerca de 70% mais c\u00e1lcio que as do grupo controle \u2013 sem que seu funcionamento ficasse comprometido.<\/p>\n<p>Com aux\u00edlio de uma t\u00e9cnica conhecida como espectrometria de massas, o grupo observou que no interior das organelas extra\u00eddas de animais submetidos \u00e0 dieta havia mais mol\u00e9culas de ATP do que nas do grupo controle. Essa parte do estudo contou com a colabora\u00e7\u00e3o da professora do IQ-USP Marisa Medeiros.<\/p>\n<p>\u201cN\u00e3o sabemos ainda o que faz a mitoc\u00f4ndria do animal que comeu \u00e0 vontade ter menos ATP, mas certamente essa diferen\u00e7a est\u00e1 relacionada \u00e0 capacidade de capta\u00e7\u00e3o de c\u00e1lcio. Quando igual\u00e1vamos artificialmente o n\u00edvel de ATP nos dois grupos \u2013 seja adicionando a mol\u00e9cula na mitoc\u00f4ndria controle ou reduzindo na do grupo dieta \u2013 a capacidade de capta\u00e7\u00e3o de c\u00e1lcio tamb\u00e9m se igualava\u201d, contou Kowaltowski.<\/p>\n<p>Benef\u00edcios m\u00faltiplos<\/p>\n<p>Os dois artigos recentemente publicados integram uma s\u00e9rie de estudos coordenados por Kowaltowski no \u00e2mbito do Centro de Pesquisa em Processos Redox em Biomedicina (), um Centro de Pesquisa, Inova\u00e7\u00e3o e Difus\u00e3o (CEPID) apoiado pela FAPESP. O objetivo \u00e9 investigar o efeito da restri\u00e7\u00e3o cal\u00f3rica sobre diferentes tecidos.<\/p>\n<p>Dizer para as pessoas simplesmente comerem menos n\u00e3o est\u00e1 funcionando. A obesidade se tornou uma epidemia mundial. Temos tentado entender como a restri\u00e7\u00e3o cal\u00f3rica age no organismo e quais s\u00e3o as mol\u00e9culas envolvidas, para encontrar alvos que permitam prevenir ou tratar doen\u00e7as relacionadas ao ganho de peso e \u00e0 idade\u201d, disse Kowaltowski.<\/p>\n<p>Os experimentos realizados at\u00e9 o momento mostraram que a dieta em animais de laborat\u00f3rio causa efeitos muito espec\u00edficos nos diferentes \u00f3rg\u00e3os. No p\u00e2ncreas, por exemplo, torna as c\u00e9lulas produtoras de insulina capazes de responder melhor ao aumento na taxa de glicose do sangue (leia mais em\u00a0<\/p>\n<p>J\u00e1 no c\u00e9rebro, foi observado um benef\u00edcio tamb\u00e9m relacionado \u00e0 capacidade das mitoc\u00f4ndrias em captar c\u00e1lcio \u2013 o que poderia evitar a morte de neur\u00f4nios associada a doen\u00e7as como Alzheimer, Parkinson, epilepsia e acidente vascular cerebral (AVC), entre outras (leia mais em\u00a0<\/p>\n<p>Participaram desses estudos\u00a0, do IQ-USP, e\u00a0, atualmente na Ben-Gurion University of the Negev, em Israel.<\/p>\n<p>Nos trabalhos feitos at\u00e9 o momento, avaliamos o efeito da restri\u00e7\u00e3o cal\u00f3rica em situa\u00e7\u00f5es patol\u00f3gicas agudas. Mas acreditamos que a dieta tamb\u00e9m tenha um efeito ben\u00e9fico, por\u00e9m mais sutil, em condi\u00e7\u00f5es fisiol\u00f3gicas. Ajudando a regular o metabolismo do dia a dia. \u00c9 isso que pretendemos compreender melhor agora\u201d, disse Kowaltowski.<\/p>\n<p>O artigo\u00a0Caloric Restriction Promotes Structural and Metabolic Changes in the Skin\u00a0(doi: http:\/\/dx.doi.org\/10.1016\/j.celrep.2017.08.052), de Maria Fernanda Forni, Julia Peloggia, T\u00e1rcio T. Braga, Jes\u00fas Eduardo Ortega Chinchilla, Jorge Shinohara, Carlos Arturo Navas, Niels Olsen Saraiva Camara e Alicia J. Kowaltowski, pode ser lido em\u00a0<\/p>\n<p>O artigo\u00a0Caloric restriction protects livers from ischemia\/reperfusion damage by preventing Ca2+-induced mitochondrial permeability transition\u00a0(doi: doi.org\/10.1016\/j.freeradbiomed.2017.06.013), de Sergio L. Menezes-Filho, Ignacio Amigo, Fernanda M. Prado, Natalie C. Ferreira, Marcia K. Koike, Isabella F. D. Pinto, Sayuri Miyamoto, Edna F. S. Montero, Marisa H. G. Medeiros, Alicia J. Kowaltowski, pode ser lido em\u00a0.<\/p>\n<p>&#8212;<br \/>\n Opera\u00e7\u00e3o Dia das Crian\u00e7as: IPEM-SP encontra irregularidades em produtos <\/p>\n<p>Para garantir a seguran\u00e7a de brinquedos e produtos destinados \u00e0s crian\u00e7as, o IPEM-SP (Instituto de Pesos e Medidas do Estado de S\u00e3o Paulo) realizou de 2 a 5 de outubro, a Opera\u00e7\u00e3o <strong><em>Dia das Crian\u00e7as<\/em><\/strong> na capital e nas cidades de Ara\u00e7atuba, Araraquara, Barretos, Bauru, Birigui, Botucatu, Campinas, Franca, Jacare\u00ed, Lins, Paraibuna, Ribeir\u00e3o Preto, Santo Andr\u00e9, S\u00e3o Bernardo do Campo, S\u00e3o Jos\u00e9 dos Campos e Taubat\u00e9.<\/p>\n<p>Durante a a\u00e7\u00e3o, foram fiscalizados\u00a045.826 produtos em\u00a0250\u00a0lojas de pequeno, m\u00e9dio e grande porte. Foram encontradas irregularidades em 28% dos estabelecimentos. Dos produtos analisados, 3.694 continham erros e as lojas foram autuadas.<\/p>\n<p>As equipes fiscalizaram\u00a0brinquedos, ber\u00e7os, carrinhos para crian\u00e7as e dispositivo de reten\u00e7\u00e3o infantil (cadeira para ve\u00edculos),\u00a0com o objetivo de verificar a presen\u00e7a do selo do Inmetro nos itens comercializados, a principal garantia que o produto est\u00e1 de acordo com as normas de seguran\u00e7a.<\/p>\n<p>Na capital e no ABC Paulista, foram 107 lojas fiscalizadas, sendo encontrados erros em 27%. Os fiscais verificaram 25.302 produtos, sendo 1.623 reprovados. No interior, foram 143 lojas fiscalizadas, sendo encontrados erros em 28%. Os fiscais verificaram 16.830 produtos, sendo 2.071 reprovados.<\/p>\n<p>Confira aqui a tabela com irregularidades encontradas no\u00a0,\u00a0.<\/p>\n<p>Nos casos de autua\u00e7\u00e3o, os fabricantes e estabelecimentos com produtos irregulares t\u00eam o prazo de 10 dias \u00fateis para apresentar defesa junto ao IPEM-SP. De acordo com a lei federal 9.933\/99, as multas podem chegar a R$ 1,5 milh\u00e3o.<\/p>\n<p>Fiscaliza\u00e7\u00e3o em 2016<\/p>\n<p>No ano passado, na mesma opera\u00e7\u00e3o\u00a0foram fiscalizados\u00a052.483 produtos em\u00a0334\u00a0lojas.\u00a0No total, a opera\u00e7\u00e3o encontrou irregularidades em 3.005% (6%) dos produtos, sendo que\u00a02.314 (77%) sem o selo do Inmetro,\u00a0390\u00a0(13%) Selo Falso\u00a0e 301 (14%) com problemas de inscri\u00e7\u00f5es obrigat\u00f3rias e enquadramento de faixa et\u00e1ria.\u00a0No interior, as equipes verificaram\u00a015.498 itens, sendo que\u00a01950 (12,6 %) estavam incorretos. Todos os produtos sem o selo e\u00a0com selo falso foram inutilizados.<\/p>\n<p>Em casos de d\u00favida, desconfian\u00e7a ou se o consumidor encontrar irregularidades, entre em contato com o servi\u00e7o da Ouvidoria do IPEM-SP pelo telefone 0800 013 05 22, de segunda a sexta, das 8h \u00e0s 17h, ou enviar e-mail para:\u00a0ouvidoria@ipem.sp.gov.br.<\/p>\n<p>Do Portal do Governo SP<\/p>\n<p>&#8212;<\/p>\n<p> Funda\u00e7\u00e3o Procon-SP monitora pre\u00e7os para a Black Friday<\/p>\n<p>A Funda\u00e7\u00e3o Procon-SP j\u00e1 come\u00e7ou a monitorar pre\u00e7os para conferir o cumprimento das ofertas que ser\u00e3o anunciadas para a <strong><em>Black Friday<\/em><\/strong>, com in\u00edcio marcado para a meia-noite do dia 24 de novembro. O \u00f3rg\u00e3o, vinculado \u00e0 Secretaria da Justi\u00e7a e Defesa da Cidadania, promove uma campanha de orienta\u00e7\u00e3o para que os consumidores possam se beneficiar das vantagens reais do per\u00edodo promocional.<\/p>\n<p>A exemplo do que j\u00e1 fez em outras edi\u00e7\u00f5es, o Procon-SP far\u00e1 plant\u00e3o especial de monitoramento e orienta\u00e7\u00e3o, entre 19h do dia 23 de novembro at\u00e9 22h do dia 24. Para fazer melhores compras, o \u00f3rg\u00e3o recomenda, em primeiro lugar, o planejamento, por meio de uma lista do produto a ser adquirido e a reflex\u00e3o sobre o limite de gasto, de modo a n\u00e3o estourar o or\u00e7amento.<\/p>\n<p>Outra orienta\u00e7\u00e3o do \u00f3rg\u00e3o \u00e9 acompanhar os pre\u00e7os dos servi\u00e7os ou produtos que deseja comprar, al\u00e9m de anotar pre\u00e7os e guardar as informa\u00e7\u00f5es da pesquisa (como telas e folhetos), incluindo site e data da pesquisa. Assim, ser\u00e1 mais f\u00e1cil identificar as melhores ofertas e conferir os descontos durante a Black Friday.<\/p>\n<p>Dicas<br \/>\nO consumidor deve verificar, ainda, se o site \u00e9 brasileiro. Compras de empresas internacionais est\u00e3o sujeitas a outros custos nem sempre informados. Al\u00e9m disso, as regras do C\u00f3digo do Consumidor n\u00e3o se aplicam nesses casos, se o portal n\u00e3o contar representantes no Brasil.<\/p>\n<p>Os compradores tamb\u00e9m precisam estar atentos aos sites conhecidos que estampam ofertas de fornecedores independentes, com pre\u00e7os e condi\u00e7\u00f5es diferentes para um mesmo produto. O nome do fornecedor e os pre\u00e7os praticados devem estar sempre em destaque e com f\u00e1cil visualiza\u00e7\u00e3o na p\u00e1gina de venda, especialmente se o revendedor for um terceiro. \u00c9 direito do consumidor ter essa informa\u00e7\u00e3o \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o para facilitar a escolha.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m \u00e9 importante verificar a reputa\u00e7\u00e3o do fornecedor. Em 2016, o Procon-SP divulgou os nomes das\u00a0. Al\u00e9m disso, o consumidor deve ficar atento ao prazo de entrega, especialmente se o objetivo \u00e9 comprar presentes para o Natal.<\/p>\n<p>Os compradores t\u00eam sete dias, a partir da aquisi\u00e7\u00e3o ou entrega, para se arrepender, cancelar a compra, devolver o produto e pedir o dinheiro de volta, se o neg\u00f3cio foi feito a dist\u00e2ncia (por internet ou telefone). Verificar antecipadamente a pol\u00edtica de trocas da empresa pode auxiliar na decis\u00e3o.<\/p>\n<p>Outra dica da Funda\u00e7\u00e3o Procon-SP \u00e9 consultar a\u00a0. Por fim, o \u00f3rg\u00e3o recomenda cuidado ao clicar em links e ofertas recebidas por e-mail ou redes sociais. O consumidor deve consultar sempre a p\u00e1gina oficial da loja.<\/p>\n<p>Do Portal do Governo SP<br \/>\n&#8212;<\/p>\n<p>Infla\u00e7\u00e3o tem alta de 0,16% em setembro; acumulado no ano \u00e9 o menor desde 1998<\/p>\n<p> A <strong><em>infla\u00e7\u00e3o<\/em><\/strong> medida pelo \u00cdndice Nacional de Pre\u00e7os ao Consumidor Amplo (IPCA) fechou o m\u00eas de setembro com varia\u00e7\u00e3o de 0,16%, abaixo dos 0,19% de agosto. Nos primeiros nove meses do ano, o \u00edndice acumula varia\u00e7\u00e3o de 1,78%, bem abaixo dos 5,51% registrados em igual per\u00edodo de 2016. Esta \u00e9 a menor taxa acumulada setembro desde 1998, quando registrou-se 1,42%.<\/p>\n<p>O IPCA, infla\u00e7\u00e3o oficial do pa\u00eds, foi divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE). O \u00edndice apresentou alta acumulada nos \u00faltimos 12 meses de 2,54%, resultado superior aos 2,46% registrados nos 12 meses anteriores. No entanto, o \u00edndice est\u00e1 bem abaixo da meta fixada pelo Banco Central, de 4,5%. Em setembro de 2016, o IPCA havia registrado varia\u00e7\u00e3o de 0,08% no m\u00eas.<\/p>\n<p>Em setembro, dos nove grupos de produtos e servi\u00e7os pesquisados, somente alimenta\u00e7\u00e3o e bebidas (-0,41%) e habita\u00e7\u00e3o (-0,12%) apresentaram defla\u00e7\u00e3o. Nos grupos com alta de pre\u00e7os destacam-se transportes, com 0,79% de varia\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Combust\u00edveis evitam queda maior<\/p>\n<p>A alta dos combust\u00edveis, de 1,91% no m\u00eas, impediram uma queda ainda maior no IPCA de setembro. O litro da gasolina subiu 2,22% em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior. A subida \u00e9 decorrente da nova pol\u00edtica de reajuste de pre\u00e7os dos combust\u00edveis, quase que di\u00e1rio, implementado pela Petrobras nos \u00faltimos meses. A empresa tem acompanhando a volatilidade dos pre\u00e7os no mercado externo.<\/p>\n<p>A alta dos combust\u00edveis puxou a infla\u00e7\u00e3o de 0,79% no grupo transportes, que impactou o \u00edndice do m\u00eas em 0,1 ponto percentual. As passagens a\u00e9reas, com 0,07ponto percentual de impacto no \u00edndice, tamb\u00e9m apresentaram alta significativa entre agosto e setembro: 21,9%.<\/p>\n<p>Alimenta\u00e7\u00e3o em queda<\/p>\n<p> A avalia\u00e7\u00e3o do IBGE \u00e9 de que a safra recorde verificada no primeiro semestre do ano vem sendo determinante para a queda nos pre\u00e7os dos alimentos. Com defla\u00e7\u00e3o de 0,41%, de agosto para setembro, o grupo registrou queda pelo quinto m\u00eas consecutivo, embora neste m\u00eas tenha sido menos intensa que a registrada em agosto (-1,07%).<\/p>\n<p>Os alimentos para consumo em casa passaram de -1,84% em agosto para -0,74% em setembro, sob influ\u00eancia de itens importantes no consumo das fam\u00edlias como as carnes (que passaram de -1,75% em agosto para 1,25% em setembro) e as frutas (de -2,57% em agosto para 1,74% em setembro).<\/p>\n<p>Por outro lado, vieram em queda o tomate (-11,01%), o alho (-10,42%), o feij\u00e3o-carioca (-9,43%), a batata-inglesa (-8,06%) e o leite longa vida (-3,00%). J\u00e1 a alimenta\u00e7\u00e3o fora de casa teve alta de 0,18%.<\/p>\n<p>J\u00e1 em habita\u00e7\u00e3o, o \u00fanico outro grupo com baixa al\u00e9m de alimenta\u00e7\u00e3o e bebidas, a defla\u00e7\u00e3o de 0,12% foi motivada pela conta de energia el\u00e9trica, em m\u00e9dia 2,48% mais barata. O motivo da baixa de bandeira tarif\u00e1ria, que passou da vermelha, em agosto (adicional de R$ 0,03 a cada Kilowatt-hora consumido), para a amarela, a partir de 1\u00ba de setembro, com pagamento de mais R$ 0,02 a por Kwh consumido.<\/p>\n<p>Ainda no grupo habita\u00e7\u00e3o, se destacaram as varia\u00e7\u00f5es no g\u00e1s de botij\u00e3o (4,81%) e na taxa de \u00e1gua e esgoto (0,28%). No primeiro, h\u00e1 o reflexo do reajuste de 12,20%, em m\u00e9dia, no pre\u00e7o do g\u00e1s de cozinha vendido em botij\u00f5es de 13kg, em vigor desde 6 de setembro.<\/p>\n<p>Resultado por regi\u00e3o<\/p>\n<p>Entre as 13 regi\u00f5es pesquisadas pelo IBGE, sete apresentaram taxas de infla\u00e7\u00e3o superior \u00e0 m\u00e9dia nacional de 0,16%. A maior alta do pa\u00eds foi registrada na Regi\u00e3o Metropolitana de Vit\u00f3ria, com 0,54% de eleva\u00e7\u00e3o, \u00edndice superior ao IPCA do m\u00eas em 0,38 ponto percentual.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m fecharam com taxas maiores do que a m\u00e9dia nacional Bel\u00e9m e Campo Grande, ambas com 0,33%; Salvador e Belo Horizonte, ambas com 0,24%; Bras\u00edlia (0,22%) e S\u00e3o Paulo (0,19%).<\/p>\n<p>A Regi\u00e3o Metropolitana de Fortaleza fechou com infla\u00e7\u00e3o de 0,16%, igual, portanto \u00e0 m\u00e9dia nacional, e outras cinco fecharam setembro com taxas abaixo da m\u00e9dia: Curitiba (0,14%), Rio de Janeiro (0,13%), Porto Alegre (0,07%), Goi\u00e2nia (0,04%) e a Regi\u00e3o Metropolitana de Recife, a \u00fanica a fechar com defla\u00e7\u00e3o (-0,26%).<\/p>\n<p>O IPCA \u00e9 calculado pelo IBGE desde 1980, se refere \u00e0s fam\u00edlias com rendimento de um a 40 sal\u00e1rios m\u00ednimos e abrange dez regi\u00f5es metropolitanas do pa\u00eds, al\u00e9m dos munic\u00edpios de Goi\u00e2nia, Campo Grande e de Bras\u00edlia.<\/p>\n<p>Nielmar de Oliveira &#8211; Rep\u00f3rter da Ag\u00eancia Brasil<br \/>\nEdi\u00e7\u00e3o: Lidia Neves<br \/>\n09\/10\/2017<br \/>\n&#8212;<\/p>\n<p>Metade dos brasileiros est\u00e1 com empr\u00e9stimo ou financiamento atrasado<\/p>\n<p> Levantamento aponta que 50% dos consumidores brasileiros atrasaram as parcelas de empr\u00e9stimos ou financiamentos no m\u00eas de agosto. Desse total, 34% tiveram atrasos ao longo do contrato e 16% estavam com <strong><em>parcelas pendentes<\/em><\/strong> no m\u00eas. Os dados foram divulgados pelo Servi\u00e7o de Prote\u00e7\u00e3o ao Cr\u00e9dito (SPC Brasil) e pela Confedera\u00e7\u00e3o Nacional de Dirigentes Lojistas.<\/p>\n<p>Entre os entrevistados, 42% recorreram a pelo menos uma forma de cr\u00e9dito em agosto, ante 58% que n\u00e3o fez compras a prazo ou empr\u00e9stimo. Segundo a pesquisa, 14% contra\u00edram algum empr\u00e9stimo e t\u00eam parcelas a pagar; 18% t\u00eam pendentes parcelas de financiamentos.<\/p>\n<p>Nas lojas, considerando apenas quem tentou fazer compra parcelada, 63% tiveram o cr\u00e9dito negado, sendo o motivo principal a inadimpl\u00eancia (24%), seguida por renda insuficiente (11%). A tomada de empr\u00e9stimos e financiamentos \u00e9 vista como dif\u00edcil ou muito dif\u00edcil por 44% dos consumidores. Para 18%, n\u00e3o \u00e9 nem f\u00e1cil nem dif\u00edcil e, para 15%, f\u00e1cil ou muito f\u00e1cil.<\/p>\n<p>Cart\u00e3o de cr\u00e9dito<\/p>\n<p>O cart\u00e3o de cr\u00e9dito foi a modalidade mais utilizada, mencionada por 35% dos consumidores. Aparecem em seguida o cart\u00e3o de loja ou credi\u00e1rio, citado por 13%, o limite do cheque especial (6%), os empr\u00e9stimos (4%) e os financiamentos (3%).<\/p>\n<p>Entre os usu\u00e1rios do cart\u00e3o de cr\u00e9dito, 39% notaram aumento do valor da fatura, 26% notaram redu\u00e7\u00e3o e 31% mantiveram o valor de meses anteriores. O valor m\u00e9dio das faturas em agosto foi R$ 630,59. Os produtos e servi\u00e7os mais adquiridos foram: 59% alimentos em supermercado, 53% itens de farm\u00e1cia e rem\u00e9dios, 32% roupas e cal\u00e7ados, 32% combust\u00edveis e 28% bares e restaurantes.<\/p>\n<p>Inten\u00e7\u00e3o de gastos<\/p>\n<p>Projetando o or\u00e7amento para outubro, a maior parte dos consumidores (59%) pretende cortar gastos, 32% pretendem manter o n\u00edvel de despesas e 5% querem aumentar os gastos. Entre os que v\u00e3o diminuir o consumo, 23% mencionaram os altos pre\u00e7os, 17% o desemprego e 8% a redu\u00e7\u00e3o da renda.<\/p>\n<p>Na lista dos produtos que os consumidores pretendem comprar em outubro est\u00e3o rem\u00e9dios (23%), roupas, cal\u00e7ados e acess\u00f3rios (20%), recargas para telefone celular (17%), perfumes e cosm\u00e9ticos (11%), materiais de constru\u00e7\u00e3o (7%), eletrodom\u00e9sticos (7%), sal\u00e3o de beleza (6%), artigos de cama, mesa e banho (6%).<\/p>\n<p>Fernanda Cruz &#8211; Rep\u00f3rter da Ag\u00eancia Brasil<br \/>\nEdi\u00e7\u00e3o: Val\u00e9ria Aguiar<br \/>\n09\/10\/2017<br \/>\n&#8212;<\/p>\n<p>Custo da constru\u00e7\u00e3o sobe 0,27% em setembro, diz IBGE<\/p>\n<p> O custo do metro quadrado (m\u00b2) na constru\u00e7\u00e3o, registrado pelo <strong><em>\u00cdndice Nacional da Constru\u00e7\u00e3o Civil<\/em><\/strong> (Sinapi), fechou o m\u00eas de setembro com alta de 0,27%, ficando 0,04 ponto percentual acima da taxa do m\u00eas anterior de 0,23%. Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE).<\/p>\n<p>O indicador acumulado no ano foi de 2,98% e o acumulado nos \u00faltimos doze meses ficou em 4,25%, apenas 0,01 ponto percentual maior que os 4,24% registrados nos doze meses imediatamente anteriores. Em setembro de 2016, o \u00edndice foi 0,26%.<\/p>\n<p>O custo nacional da constru\u00e7\u00e3o, por metro quadrado, em setembro, foi de 1.057,99, sendo 539,52 relativos aos materiais utilizados e 518,47 provenientes do gasto com m\u00e3o de obra. Em agosto, o custo havia fechado em R$ 1.055,18. Segundo o IBGE, pesou na eleva\u00e7\u00e3o o diss\u00eddio coletivo do setor da constru\u00e7\u00e3o civil no Par\u00e1, o que aumentou as despesas com m\u00e3o de obra no estado.<\/p>\n<p>O Par\u00e1 foi a regi\u00e3o que teve a maior taxa de varia\u00e7\u00e3o do pa\u00eds em setembro (1,47%), segundo o pesquisador do IBGE Augusto Oliveira. \u201cNa varia\u00e7\u00e3o de m\u00e3o de obra observamos aumento significativo apenas no estado do Par\u00e1, onde tivemos diss\u00eddio coletivo. \u00c9 um estado que tem pouco impacto no \u00edndice nacional. Como v\u00ednhamos registrando um maior n\u00famero de diss\u00eddios nos outros meses, essa foi a taxa mais baixa dos \u00faltimos seis meses\u201d, disse.<\/p>\n<p>No \u00edndice nacional, teve maior impacto a varia\u00e7\u00e3o do custo dos materiais, outro componente do Sinapi. O motivo foi o aumento de pre\u00e7os nos estados do Acre, Bahia, Distrito Federal, Cear\u00e1 e Maranh\u00e3o, que, em sua maioria, registraram alta nas despesas com o segmento relacionado ao cimento.<\/p>\n<p>Com alta na parcela dos materiais em 4 estados, e com a varia\u00e7\u00e3o captada na m\u00e3o de obra no estado do Par\u00e1, consequ\u00eancia de reajuste salarial de acordo coletivo, a Regi\u00e3o Norte apresentou a maior varia\u00e7\u00e3o regional em setembro, 0,66%.<\/p>\n<p>Este m\u00eas todos as regi\u00f5es apresentaram taxas positivas, conforme a seguir: 0,39% (Nordeste), 0,10% (Sudeste), 0,19% (Sul) e 0,34% (Centro-Oeste).<\/p>\n<p>Os custos regionais, por metro quadrado, foram para: R$ 1.059,63 (Norte); R$ 982,83 (Nordeste); R$ 1.104,79 (Sudeste); R$ 1.100,68 (Sul) e R$ 1.061,59 (Centro-Oeste).<\/p>\n<p>Nielmar de Oliveira \u2013 Rep\u00f3rter da Ag\u00eancia Brasil<br \/>\nEdi\u00e7\u00e3o: Maria Claudia<br \/>\n09\/10\/2017<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ag\u00eancia FAPESP\u00a0\u2013 A FAPESP e o Newton Fund estenderam de 13 para 20 de outubro as datas-limite de duas chamadas de propostas sobre o tema Biodiversidade \u2013 Sistemas Ecossist\u00eamicos para o Desenvolvimento Sustent\u00e1vel. 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