{"id":3913,"date":"2009-06-26T15:36:51","date_gmt":"2009-06-26T19:36:51","guid":{"rendered":"http:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/?p=3913"},"modified":"2009-06-26T15:36:51","modified_gmt":"2009-06-26T19:36:51","slug":"nova-alternativa-de-tratamento-para-o-cancer-de-ovario","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/migracao.redenoticia.com.br\/noticia\/2009\/nova-alternativa-de-tratamento-para-o-cancer-de-ovario\/3913","title":{"rendered":"Nova alternativa de tratamento para o c\u00e2ncer de ov\u00e1rio"},"content":{"rendered":"<p>O estudo CALYPSO, apresentado durante a 45\u00aa Reuni\u00e3o Anual da Sociedade Americana de Oncologia Cl\u00ednica (ASCO), mostrou que o tratamento associado com doxorrubicina lipossomal peguilada e carboplatina oferece mais benef\u00edcios aos pacientes com c\u00e2ncer ovariano do que a terapia padr\u00e3o com carboplatina e paclitaxel. Realizado pela organiza\u00e7\u00e3o Gynecologic Cancer Intergroup (GCIG), CALYPSO \u00e9 a maior an\u00e1lise internacional multic\u00eantrica envolvendo 976 portadoras de c\u00e2ncer de ov\u00e1rio sens\u00edveis \u00e0 quimioterapia a base de platina e com reca\u00edda da doen\u00e7a. O levantamento demonstrou o aumento da sobrevida das pacientes tratadas com a nova associa\u00e7\u00e3o de medicamentos versus a terapia padr\u00e3o.<\/p>\n<p>Al\u00e9m da melhor sobrevida, a terapia com doxorrubicina lipossomal peguilada e carboplatina \u00e9 muito menos t\u00f3xica do que a terapia padr\u00e3o. O grupo de pacientes, que receberam o novo tratamento, apresentou menores \u00edndices de perda de sensibilidade nos dedos das m\u00e3os e dos p\u00e9s (4%), de queda de cabelo (7%) e de rea\u00e7\u00f5es de hipersensibilidade (6%) contra 27%, 84% e 19% no grupo controle, respectivamente. Segundo Dr. Eric Pujade-Lauraine, professor da Universidade de Paris Descartes e coordenador do estudo, a baixa toxidade dessa associa\u00e7\u00e3o de medicamentos &#8211; doxorrubicina lipossomal peguilada e carboplatina &#8211; e sua vantagem na quest\u00e3o da sobrevida do paciente, representa um grande avan\u00e7o para as portadoras de c\u00e2ncer ovariano recorrente e para os especialistas.<\/p>\n<p>Sobre o C\u00e2ncer de Ov\u00e1rio<\/p>\n<p>O c\u00e2ncer de ov\u00e1rio \u00e9 apontado como a sexta causa mais comum de c\u00e2ncer e a quarta causa de morte por c\u00e2ncer em mulheres. Devido aos sintomas geralmente ausentes nos est\u00e1gios iniciais e inespec\u00edficos nos est\u00e1gios avan\u00e7ados e tardios, cerca de \u00be dos tumores malignos de ov\u00e1rio apresentam-se em est\u00e1gio avan\u00e7ado no momento do diagn\u00f3stico inicial. Al\u00e9m disso, cerca de 90% dos c\u00e2nceres de ov\u00e1rio s\u00e3o espor\u00e1dicos, ou seja, n\u00e3o apresentam fatores de risco reconhecidos, conforme dados do INCA. Fatores hormonais, ambientais e gen\u00e9ticos est\u00e3o relacionados com o aparecimento do tumor.<\/p>\n<p>Diagn\u00f3stico<\/p>\n<p>Os exames peri\u00f3dicos s\u00e3o muito importantes para a detec\u00e7\u00e3o precoce do c\u00e2ncer ovariano. Os sintomas podem surgir apenas na fase mais tardia da doen\u00e7a. O diagn\u00f3stico em est\u00e1gios avan\u00e7ados diminui as chances de sobrevida das pacientes e comprometem os resultados do tratamento, que pode ser feito com cirurgia, radioterapia ou quimioterapia, utilizadas de forma isolada ou combinada. Hoje existem medica\u00e7\u00f5es inteligentes que s\u00e3o \u00fateis para controlar a doen\u00e7a e aumentar a taxa de sobrevida, mesmo quando se t\u00eam reca\u00eddas.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O estudo CALYPSO, apresentado durante a 45\u00aa Reuni\u00e3o Anual da Sociedade Americana de Oncologia Cl\u00ednica (ASCO), mostrou que o tratamento associado com doxorrubicina lipossomal peguilada e carboplatina oferece mais benef\u00edcios aos pacientes com c\u00e2ncer ovariano do que a terapia padr\u00e3o com carboplatina e paclitaxel. Realizado pela organiza\u00e7\u00e3o Gynecologic Cancer Intergroup (GCIG), CALYPSO \u00e9 a maior [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"tdm_status":"","tdm_grid_status":"","footnotes":""},"categories":[5],"tags":[],"class_list":{"0":"post-3913","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-saude-e-vida"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/migracao.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3913","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/migracao.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/migracao.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/migracao.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/migracao.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3913"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/migracao.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3913\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/migracao.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3913"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/migracao.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3913"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/migracao.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3913"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}