{"id":44496,"date":"2013-05-27T14:17:06","date_gmt":"2013-05-27T17:17:06","guid":{"rendered":"http:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/?p=44496"},"modified":"2013-05-27T14:17:06","modified_gmt":"2013-05-27T17:17:06","slug":"custo-da-construcao-registra-ligeira-alta-em-maio-segundo-fgv","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/migracao.redenoticia.com.br\/noticia\/2013\/custo-da-construcao-registra-ligeira-alta-em-maio-segundo-fgv\/44496","title":{"rendered":"Custo da constru\u00e7\u00e3o registra ligeira alta em maio, segundo FGV"},"content":{"rendered":"<p>S\u00e3o Paulo \u2013 O \u00cdndice Nacional de Custo da Constru\u00e7\u00e3o (<em><strong>INCC<\/strong><\/em>) registrou taxa de varia\u00e7\u00e3o de 1,24% em maio, acima do resultado do m\u00eas anterior (0,84%). Desde o in\u00edcio do ano, o \u00edndice acumulou varia\u00e7\u00e3o de 3,59% e, nos \u00faltimos 12 meses, a taxa registrada foi 7,19%. Os dados foram divulgados hoje (27) pela Funda\u00e7\u00e3o Getulio Vargas (FGV).<\/p>\n<p>O grupo de materiais, equipamentos e servi\u00e7os teve varia\u00e7\u00e3o de 0,56%, ante varia\u00e7\u00e3o de 0,50% no m\u00eas anterior. Dentro desse grupo, os materiais e equipamentos tiveram varia\u00e7\u00e3o de 0,65%, ante 0,46% no m\u00eas anterior. Tiveram alta os materiais para estrutura (0,51% para 0,98%) e materiais para instala\u00e7\u00e3o (0,13% para 0,15%). J\u00e1 o item servi\u00e7os passou de uma taxa de 0,67% em abril para 0,19% em maio. Nesse subgrupo, os servi\u00e7os t\u00e9cnicos apresentaram baixa, de 1,37% para 0,3%.<\/p>\n<p>O \u00edndice referente \u00e0 m\u00e3o de obra apresentou varia\u00e7\u00e3o de 1,88%. No m\u00eas anterior, a taxa foi 1,15%.<\/p>\n<p>Fernanda Cruz<br \/>\nRep\u00f3rter da Ag\u00eancia Brasil<br \/>\nEdi\u00e7\u00e3o: Denise Griesinger<\/p>\n<p>&#8212;<\/p>\n<p>Concebido com a finalidade de aferir a evolu\u00e7\u00e3o dos custos de constru\u00e7\u00f5es habitacionais, configurou-se como o primeiro \u00edndice oficial de custo da constru\u00e7\u00e3o civil no pa\u00eds. Foi divulgado pela primeira vez em 1950, mas sua s\u00e9rie hist\u00f3rica retroage a janeiro de 1944. De inicio, o \u00edndice cobria apenas a cidade do Rio de Janeiro, ent\u00e3o capital federal e sua sigla era ICC.<\/p>\n<p>Nas d\u00e9cadas seguintes, a atividade econ\u00f4mica descentralizou-se e o IBRE passou a acompanhar os custos da constru\u00e7\u00e3o em outras localidades. Al\u00e9m disso, em vista das inova\u00e7\u00f5es introduzidas nos estilos, gabaritos e t\u00e9cnicas de constru\u00e7\u00e3o, o ICC teve que incorporar novos produtos e especialidades de m\u00e3o-de-obra.<\/p>\n<p>Em fevereiro de 1985, para efeito de c\u00e1lculo do IGP, o ICC deu lugar ao INCC, \u00edndice formado a partir de pre\u00e7os levantados em oito capitais estaduais. No processo de amplia\u00e7\u00e3o de cobertura, o INCC chegou a pesquisar pre\u00e7os em 20 capitais. Atualmente a coleta \u00e9 feita em 7 capitais (S\u00e3o Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Porto Alegre e Bras\u00edlia). O \u00edndice \u00e9 divulgado nas vers\u00f5es 10, M e DI.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>S\u00e3o Paulo \u2013 O \u00cdndice Nacional de Custo da Constru\u00e7\u00e3o (INCC) registrou taxa de varia\u00e7\u00e3o de 1,24% em maio, acima do resultado do m\u00eas anterior (0,84%). 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