{"id":50316,"date":"2013-12-02T14:11:50","date_gmt":"2013-12-02T16:11:50","guid":{"rendered":"http:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/?p=50316"},"modified":"2013-12-02T14:11:50","modified_gmt":"2013-12-02T16:11:50","slug":"votacao-do-orcamento-de-2014","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/migracao.redenoticia.com.br\/noticia\/2013\/votacao-do-orcamento-de-2014\/50316","title":{"rendered":"Vota\u00e7\u00e3o do Or\u00e7amento de 2014"},"content":{"rendered":"<p>Bras\u00edlia &#8211; A menos de um m\u00eas do recesso legislativo, o governo corre o risco de n\u00e3o ter a <em><strong>pe\u00e7a or\u00e7ament\u00e1ria de 2014<\/strong><\/em> aprovada at\u00e9 o fim de dezembro. \u201cA tend\u00eancia natural [dos parlamentares] \u00e9 for\u00e7ar a m\u00e3o na quest\u00e3o do Or\u00e7amento para ver se \u00e9 poss\u00edvel cumprir o calend\u00e1rio. Acho que n\u00e3o vai dar [tempo]\u201d, admitiu o senador Walter Pinheiro (PT-BA), um dos parlamentares da base aliada do governo mais envolvidos no debate.<\/p>\n<p>A incerteza ocorre devido ao impasse sobre o Or\u00e7amento Impositivo, uma demanda do Congresso para garantir que as emendas individuais de parlamentares sejam obrigatoriamente executadas. O governo cedeu e autorizou que 1,2% da receita corrente l\u00edquida do ano anterior fosse destinada a essas emendas, mas como condi\u00e7\u00e3o exigiu que metade do percentual fosse investida na sa\u00fade.<\/p>\n<p>A negocia\u00e7\u00e3o que ocorreu quando a proposta tramitava no Senado n\u00e3o teve consenso na C\u00e2mara, que reagiu dividindo a proposta em duas partes. Agora a ideia \u00e9 votar um projeto s\u00f3 sobre o Or\u00e7amento Impositivo e outro sobre financiamento da sa\u00fade. Com isso, deputados e senadores ter\u00e3o o desafio de resolver a quest\u00e3o em menos de um m\u00eas \u2013 antes do recesso parlamentar, que come\u00e7a em 23 dezembro. Caso n\u00e3o haja acordo, a vota\u00e7\u00e3o da lei or\u00e7ament\u00e1ria pode ficar para o ano que vem.<\/p>\n<p>Para o economista Raul Velloso, ex-secret\u00e1rio de Assuntos Econ\u00f4micos do Minist\u00e9rio do Planejamento, o impasse em torno da PEC n\u00e3o amea\u00e7a os gastos e investimentos para 2014.\u201cIsso pode perturbar, mas n\u00e3o ser\u00e1 um problema\u201d, disse. Velloso lembrou que, em outros anos, o governo recorreu a dispositivos legais que garantiram a libera\u00e7\u00e3o de gastos essenciais. \u201cEsses gastos tratam de pessoal, de Previd\u00eancia, de sal\u00e1rios. Ningu\u00e9m vai contra a libera\u00e7\u00e3o desses recursos e os outros gastos, n\u00e3o essenciais, nunca s\u00e3o liberados em in\u00edcio de ano. Podem ser desembara\u00e7ados ao longo do ano\u201d, avaliou.<\/p>\n<p>Se o impasse n\u00e3o prejudica o Or\u00e7amento, no m\u00ednimo, deixa indefinida a parcela de investimento da Uni\u00e3o em sa\u00fade. Al\u00e9m de tratar de emendas parlamentares, a proposta aprovada no Senado previa que, a partir do pr\u00f3ximo ano, 13,2% da arrecada\u00e7\u00e3o da Uni\u00e3o fosse aplicada em programas e a\u00e7\u00f5es de sa\u00fade em 2014. Esse percentual aumentaria, de forma escalonada, at\u00e9 2018, chegando a 15%.<\/p>\n<p>Carolina Gon\u00e7alves e Karine Melo<br \/>\nRep\u00f3rteres da Ag\u00eancia Brasil<br \/>\nEdi\u00e7\u00e3o: Talita Cavalcante<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Bras\u00edlia &#8211; A menos de um m\u00eas do recesso legislativo, o governo corre o risco de n\u00e3o ter a pe\u00e7a or\u00e7ament\u00e1ria de 2014 aprovada at\u00e9 o fim de dezembro. \u201cA tend\u00eancia natural [dos parlamentares] \u00e9 for\u00e7ar a m\u00e3o na quest\u00e3o do Or\u00e7amento para ver se \u00e9 poss\u00edvel cumprir o calend\u00e1rio. 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