{"id":50742,"date":"2013-12-17T17:30:19","date_gmt":"2013-12-17T19:30:19","guid":{"rendered":"http:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/?p=50742"},"modified":"2013-12-17T17:30:19","modified_gmt":"2013-12-17T19:30:19","slug":"panorama-laboral-da-america-latina-e-do-caribe","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/migracao.redenoticia.com.br\/noticia\/2013\/panorama-laboral-da-america-latina-e-do-caribe\/50742","title":{"rendered":"Panorama Laboral da Am\u00e9rica Latina e do Caribe"},"content":{"rendered":"<p>Bras\u00edlia \u2013 Os pa\u00edses da Am\u00e9rica Latina e do Caribe registraram em 2013, pela primeira vez, taxa m\u00e9dia de 50% de participa\u00e7\u00e3o feminina no mercado de trabalho. Ainda assim, as mulheres continuam sendo o grupo mais afetado pelo desemprego e pela informalidade. Os dados s\u00e3o do <em><strong>Panorama Laboral da Am\u00e9rica Latina e do Caribe<\/strong><\/em> 2013, relat\u00f3rio da Organiza\u00e7\u00e3o Internacional do Trabalho (OIT).<\/p>\n<p>\u201cUma an\u00e1lise sobre a evolu\u00e7\u00e3o da taxa de participa\u00e7\u00e3o por sexo no mercado de trabalho demonstra que se mant\u00e9m a tend\u00eancia positiva sobre a redu\u00e7\u00e3o da brecha de g\u00eanero\u201d, aponta trecho do documento.<\/p>\n<p>De acordo com o relat\u00f3rio, a taxa m\u00e9dia de participa\u00e7\u00e3o das mulheres no mercado est\u00e1 relacionada ao comportamento da demanda por m\u00e3o de obra. Essa taxa \u00e9 um indicador que expressa a propor\u00e7\u00e3o de pessoas de cada g\u00eanero incorporadas ao mercado de trabalho como ocupadas. No caso dos homens, a participa\u00e7\u00e3o total na regi\u00e3o chegou a 71,1% em 2013.<\/p>\n<p>No Brasil, foi registrada uma taxa de participa\u00e7\u00e3o de mulheres um pouco inferior \u00e0 m\u00e9dia regional \u2013 49,3%, apesar de ter sido superior ao resultado alcan\u00e7ado em 2012, de 49%. Entre os pa\u00edses, os que tiveram participa\u00e7\u00e3o feminina mais baixa no mercado de trabalho em 2013 foram a Rep\u00fablica Dominicana (37,9%), o Equador (44,2%) e Honduras (44,7%). As mais altas, por outro lado, foram no Peru (64,7%), no Panam\u00e1 (61,1%) e na Col\u00f4mbia (60%).<\/p>\n<p>Apesar da melhora em termos de participa\u00e7\u00e3o, o estudo indica que o desemprego de mulheres \u00e9 35% maior do que o dos homens. Dos cerca de 14,8 milh\u00f5es de pessoas sem trabalho na regi\u00e3o, 7,7 milh\u00f5es s\u00e3o do sexo feminino (52%). As taxas de desemprego feminino chegaram a 20,2% na Jamaica e 13% na Col\u00f4mbia.<\/p>\n<p>Quando se cruzam dados sobre mulheres e jovens, contata-se que jovens do sexo feminino s\u00e3o 70% dos desempregados na faixa et\u00e1ria dos 15 aos 24 anos de idade. As estimativas da OIT s\u00e3o a de que haja cerca de 6,6 milh\u00f5es de jovens sem emprego em \u00e1reas urbanas da regi\u00e3o \u2013 dos quais aproximadamente 4,6 milh\u00f5es seriam do sexo feminino.<\/p>\n<p>Entre 2012 e 2013, o desemprego de trabalhadores do sexo feminino na Am\u00e9rica Latina e no Caribe teve redu\u00e7\u00e3o de tr\u00eas pontos percentuais \u2013 de 7,9% para 7,6%. A taxa de desemprego entre os homens, em contraponto, teve redu\u00e7\u00e3o menor, passando de 5,7% para 5,6%. Para a OIT, isso demonstra que houve a intensifica\u00e7\u00e3o da demanda pelo trabalho feminino no per\u00edodo.<\/p>\n<p>Carolina Sarres<br \/>\nRep\u00f3rter da Ag\u00eancia Brasil<br \/>\nEdi\u00e7\u00e3o: Davi Oliveira<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Bras\u00edlia \u2013 Os pa\u00edses da Am\u00e9rica Latina e do Caribe registraram em 2013, pela primeira vez, taxa m\u00e9dia de 50% de participa\u00e7\u00e3o feminina no mercado de trabalho. Ainda assim, as mulheres continuam sendo o grupo mais afetado pelo desemprego e pela informalidade. 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