{"id":53801,"date":"2014-04-08T15:50:00","date_gmt":"2014-04-08T18:50:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/?p=53801"},"modified":"2014-04-08T15:50:52","modified_gmt":"2014-04-08T18:50:52","slug":"preco-da-carne-bovina-pressiona-a-inflacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/migracao.redenoticia.com.br\/noticia\/2014\/preco-da-carne-bovina-pressiona-a-inflacao\/53801","title":{"rendered":"Pre\u00e7o da carne bovina pressiona a infla\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p>O \u00cdndice de Pre\u00e7os ao Consumidor Semanal (IPC-S) atingiu 0,96%, na primeira pr\u00e9via de abril ante 0,85%, no encerramento de mar\u00e7o. De acordo com a apura\u00e7\u00e3o feita pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Funda\u00e7\u00e3o Getulio Vargas (FGV), essa eleva\u00e7\u00e3o de 0,11 ponto percentual foi provocada, principalmente, pelo avan\u00e7o no grupo alimenta\u00e7\u00e3o (de 1,66% para 2,05%). Entre os itens que mais pressionaram a <em><strong>infla\u00e7\u00e3o<\/strong> <\/em>est\u00e3o as carnes bovinas cujos pre\u00e7os em m\u00e9dia ficaram 2,48% mais altos ante uma alta de 1,61%.<\/p>\n<p>Mais tr\u00eas grupos de um total de oito pesquisados apresentaram aumentos de pre\u00e7os: sa\u00fade e cuidados pessoais (de 0,49% para 0,71%) sob o efeito dos medicamentos (de 0,04% para 0,73%); vestu\u00e1rio (de 0,63% para 0,97%) puxado pelo aumento de pre\u00e7os de roupas (de 0,80% para 1,28%) e despesas diversas (de 0,26% para 0,36%) com destaque para a cobran\u00e7a dos servi\u00e7os em cl\u00ednica veterin\u00e1ria (de 0,78% para 1,32%).<\/p>\n<p>J\u00e1 em comunica\u00e7\u00e3o, o consumidor foi favorecido pela queda na m\u00e9dia de pre\u00e7os em 0,08% ante uma alta de 0,05%. O principal motivo foi o recuo da tarifa de telefone residencial (de -0,48% para -0,63%).<\/p>\n<p>Nos demais grupos ocorreram decr\u00e9scimos que tamb\u00e9m ajudaram a conter o ritmo de infla\u00e7\u00e3o. Em educa\u00e7\u00e3o, leitura e recrea\u00e7\u00e3o, houve alta de 0,73% ante 0,94% com destaque para a passagem a\u00e9rea (de 13,66% para 5,58%). No grupo habita\u00e7\u00e3o, o \u00edndice mostra eleva\u00e7\u00e3o de 0,53% ante 0,56% com a perda de velocidade no valor pago aos empregados dom\u00e9sticos (de 1,12% para 0,89%) e, em transportes, foi constatada varia\u00e7\u00e3o de 0,63% ante 0,69%. Neste caso, a contribui\u00e7\u00e3o veio da tarifa de \u00f4nibus urbano (de 0,33% para -0,16%).<\/p>\n<p>Os cinco itens que mais influenciaram o avan\u00e7o do IPC-S s\u00e3o: batata-inglesa com alta de 44,30%; tomate (30,30%); refei\u00e7\u00f5es em bares e restaurantes (1,07%) ; leite longa vida (4,17%) e gasolina (0,94%). Em sentido oposto, os que ajudaram a frear o avan\u00e7o do \u00edndice foram: frango em peda\u00e7os (-2,46%); ma\u00e7\u00e3 (-5,98%); tarifa de telefone residencial (-0,63%); alimentos preparados e congelados de aves (-2,19%) e tarifa de t\u00e1xi (-1,61%).<\/p>\n<p>Marli Moreira &#8211; Rep\u00f3rter da Ag\u00eancia Brasil<br \/>\nEdi\u00e7\u00e3o: Jos\u00e9 Romildo<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O \u00cdndice de Pre\u00e7os ao Consumidor Semanal (IPC-S) atingiu 0,96%, na primeira pr\u00e9via de abril ante 0,85%, no encerramento de mar\u00e7o. 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