{"id":54507,"date":"2014-04-29T18:22:38","date_gmt":"2014-04-29T21:22:38","guid":{"rendered":"http:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/?p=54507"},"modified":"2014-04-29T18:22:38","modified_gmt":"2014-04-29T21:22:38","slug":"taxa-de-juros-do-credito-para-as-familias-e-a-mais-alta-desde-fevereiro-de-2012","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/migracao.redenoticia.com.br\/noticia\/2014\/taxa-de-juros-do-credito-para-as-familias-e-a-mais-alta-desde-fevereiro-de-2012\/54507","title":{"rendered":"Taxa de juros do cr\u00e9dito para as fam\u00edlias \u00e9 a mais alta desde fevereiro de 2012"},"content":{"rendered":"<p>A <em><strong>taxa de juros<\/strong><\/em> do cr\u00e9dito para as fam\u00edlias de 41,6% ao ano, em mar\u00e7o deste ano, \u00e9 a mais alta desde fevereiro de 2012, quando ficou em 41,7% ao ano, de acordo com dados do Banco Central (BC). A alta dos juros ocorre em momento de ciclo de alta da taxa b\u00e1sica Selic, usada pelo BC para regular a infla\u00e7\u00e3o. O Comit\u00ea de Pol\u00edtica Monet\u00e1ria (Copom) do BC elevou a Selic, que serve de refer\u00eancia para as demais taxas no mercado, nove vezes seguidas. Atualmente, a Selic est\u00e1 em 11% ao ano. Quando o Copom aumenta a Selic, o objetivo \u00e9 conter a demanda aquecida e isso gera reflexos nos pre\u00e7os, porque os juros mais altos encarecem o cr\u00e9dito e estimulam a poupan\u00e7a.<\/p>\n<p>Segundo o chefe do Departamento Econ\u00f4mico do BC, Tulio Maciel, o cr\u00e9dito \u00e9 um canal importante de transmiss\u00e3o dos efeitos da alta da Selic. \u201cBoa parte das modalidades [de cr\u00e9dito] tem taxas de juros em mar\u00e7o deste ano superior \u00e0quela observada no in\u00edcio do ano passado, refletindo o ciclo [de alta da Selic], mas muito aqu\u00e9m do pico da s\u00e9rie [hist\u00f3rica do BC, iniciada em mar\u00e7o de 2011]. A taxa m\u00e9dia de juros mais alta na s\u00e9rie hist\u00f3rica para as fam\u00edlias foi registrada em julho de 2011, quando ficou em 42,7% ao ano.\u201d<\/p>\n<p>A taxa de inadimpl\u00eancia para as fam\u00edlias ficou est\u00e1vel em rela\u00e7\u00e3o a fevereiro, em 6,5%. Segundo Maciel, a inadimpl\u00eancia na maioria das modalidades de cr\u00e9dito \u201cest\u00e1 no piso ou muito pr\u00f3ximas a isso\u201d. Uma exce\u00e7\u00e3o \u00e9 a inadimpl\u00eancia de financiamento de ve\u00edculos que ficou em 11,3%, em mar\u00e7o. Por isso, Maciel acredita que ainda h\u00e1 espa\u00e7o para recuo na inadimpl\u00eancia de financiamento de carros.<\/p>\n<p>O BC classifica como inadimpl\u00eancia atrasos superiores a 90 dias. Mas o BC tamb\u00e9m tem dados de atrasos entre 15 e 90 dias, considerado um indicador antecedente de inadimpl\u00eancia. Por esse indicador, os atrasos para pessoas f\u00edsicas subiram de 6,2%, em fevereiro, para 6,8%, em mar\u00e7o. Entretanto, Maciel disse que ainda \u00e9 preciso esperar para saber se esse aumento mostra uma tend\u00eancia de alta da inadimpl\u00eancia nos pr\u00f3ximos meses. \u00c9 preciso aguardar um pouco mais para inferir se isso representa uma interrup\u00e7\u00e3o da trajet\u00f3ria de decl\u00ednio das taxas de inadimpl\u00eancia que temos observado desde 2012\u201d, destacou.<\/p>\n<p>Kelly Oliveira-Rep\u00f3rter da Ag\u00eancia Brasil<br \/>\nEdi\u00e7\u00e3o: Talita Cavalcante<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A taxa de juros do cr\u00e9dito para as fam\u00edlias de 41,6% ao ano, em mar\u00e7o deste ano, \u00e9 a mais alta desde fevereiro de 2012, quando ficou em 41,7% ao ano, de acordo com dados do Banco Central (BC). 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