{"id":54723,"date":"2014-05-07T17:42:20","date_gmt":"2014-05-07T20:42:20","guid":{"rendered":"http:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/?p=54723"},"modified":"2014-05-07T17:42:20","modified_gmt":"2014-05-07T20:42:20","slug":"credito-do-bb-cresce-impulsionado-pelos-setores-imobiliario-e-do-agronegocio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/migracao.redenoticia.com.br\/noticia\/2014\/credito-do-bb-cresce-impulsionado-pelos-setores-imobiliario-e-do-agronegocio\/54723","title":{"rendered":"Cr\u00e9dito do BB cresce impulsionado pelos setores imobili\u00e1rio e do agroneg\u00f3cio"},"content":{"rendered":"<p>Os financiamentos concedidos pelo Banco do Brasil (BB) para <em><strong>neg\u00f3cios imobili\u00e1rios<\/strong><\/em> quase que dobraram em um ano, atingindo saldo de cerca de R$ 27 bilh\u00f5es no encerramento do primeiro trimestre deste ano. Do total, R$ 6,6 bilh\u00f5es referem-se aos desembolsos para empresas, cuja demanda aumentou 122,6%, e R$ 20,3 bilh\u00f5es ao cr\u00e9dito destinado \u00e0s pessoas f\u00edsicas, que registou alta de 79%.<\/p>\n<p>Esse tipo de empr\u00e9stimo foi o que mais avan\u00e7ou na carteira de cr\u00e9dito ampliada da institui\u00e7\u00e3o que atingiu R$ 699,3 bilh\u00f5es, 18% acima do valor de igual per\u00edodo do ano passado. A segunda maior opera\u00e7\u00e3o do g\u00eanero ocorreu no setor do agroneg\u00f3cio, com expans\u00e3o de 35,7% e um total de cr\u00e9dito no valor de R$ 150 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p>J\u00e1 o saldo relativo ao cr\u00e9dito para as empresas atingiu R$ 324,5 bilh\u00f5es, 16,9% maior em 12 meses e 0,4% na compara\u00e7\u00e3o com o trimestre anterior. Desse total, 71,9% foram para capital de giro. As opera\u00e7\u00f5es para as micro e pequenas empresas tiveram crescimento de 12,2%, com saldo de R$ 100,2 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p>O menor crescimento ocorreu nas linhas voltadas para as pessoas f\u00edsicas com montante, de R$ 137 bilh\u00f5es e alta de 14,6% em um ano e 2% sobre o quarto trimestre de 2013. A maioria desses financiamentos (75,3%) refere-se a contratos considerados de menor risco (cr\u00e9dito consignado, CDC Sal\u00e1rio, financiamento de ve\u00edculos e cr\u00e9dito imobili\u00e1rio).<\/p>\n<p>O vice-presidente de Gest\u00e3o Financeira e de Rela\u00e7\u00f5es com Investidores do BB, Ivan Monteiro, disse que o aumento da taxa b\u00e1sica de juros, a Selic, para 11%, no in\u00edcio de abril, inibe a demanda por parte das pessoas f\u00edsicas. Ele avaliou como est\u00e1vel o quadro de inadimpl\u00eancia e acha que a situa\u00e7\u00e3o tende a melhorar.<\/p>\n<p>Os pagamentos com atraso superior a 90 dias representaram no final de mar\u00e7o 1,97% da carteira de cr\u00e9dito do banco, inferior ao registrado no Sistema Financeiro Nacional (3%).<\/p>\n<p>Essas informa\u00e7\u00f5es constam do balan\u00e7o divulgado sobre o desempenho do primeiro trimestre deste ano, em que o BB atingiu lucro l\u00edquido de R$ 2,7 bilh\u00f5es, 4,7% acima do registrado em igual per\u00edodo do ano passado. J\u00e1 o lucro ajustado, que n\u00e3o inclui os efeitos extraordin\u00e1rios do per\u00edodo, alcan\u00e7ou R$ 2,436 bilh\u00f5es, 9,3% a mais do que no primeiro trimestre de 2013. Uma parcela de 40% do lucro l\u00edquido foi para a remunera\u00e7\u00e3o aos acionistas (R$ 1,1 bilh\u00e3o) dos quais R$ 882,3 milh\u00f5es na forma de juros sobre o capital pr\u00f3prio e R$ 227,6 milh\u00f5es em dividendos. O valor da a\u00e7\u00e3o alcan\u00e7ou R$ 0,40.<\/p>\n<p>Marli Moreira &#8211; Rep\u00f3rter da Ag\u00eancia Brasil<br \/>\nEdi\u00e7\u00e3o: Juliana Andrade<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os financiamentos concedidos pelo Banco do Brasil (BB) para neg\u00f3cios imobili\u00e1rios quase que dobraram em um ano, atingindo saldo de cerca de R$ 27 bilh\u00f5es no encerramento do primeiro trimestre deste ano. 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