{"id":66042,"date":"2015-02-06T16:16:42","date_gmt":"2015-02-06T18:16:42","guid":{"rendered":"http:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/?p=66042"},"modified":"2015-02-06T16:16:42","modified_gmt":"2015-02-06T18:16:42","slug":"cesta-basica-fica-mais-cara-em-17-das-18-capitais-pesquisadas-mostra-dieese","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/migracao.redenoticia.com.br\/noticia\/2015\/cesta-basica-fica-mais-cara-em-17-das-18-capitais-pesquisadas-mostra-dieese\/66042","title":{"rendered":"Cesta b\u00e1sica fica mais cara em 17 das 18 capitais pesquisadas, mostra Dieese"},"content":{"rendered":"<p> Os produtos da <strong><em>cesta b\u00e1sica<\/em><\/strong> ficaram mais caros em janeiro, na grande maioria das capitais, segundo Pesquisa Nacional da Cesta B\u00e1sica pelo Departamento Intersindical de Estat\u00edstica e Estudos Socioecon\u00f4micos (Dieese). Houve eleva\u00e7\u00e3o em 17 das 18 capitais pesquisadas e as principais altas ocorreram em Salvador (11,71%); Aracaju (7,79%), Goi\u00e2nia (7,48%) e Bras\u00edlia (7,26%).<\/p>\n<p>A exce\u00e7\u00e3o foi Manaus, onde o valor da cesta caiu 0,89%, passando para R$ 317,84. Em 12 meses, a maior alta foi verificada em Aracaju, 23,65%. Apesar disso, a capital sergipana apresenta o menor valor com R$ 264,84, seguida de Natal, com R$ 277,56, alta de 3,29%; e Jo\u00e3o Pessoa, com R$ 278,73 e alta de 2,47%.<\/p>\n<p>A cesta mais cara foi encontrada em S\u00e3o Paulo, onde o consumidor paga R$ 371,22 , valor 4,81% acima do registrado em dezembro \u00faltimo e 14,76% maior do que em janeiro do ano passado. Segundo a lista dos maiores valores, Porto Alegre aparece em segundo lugar com R$ 361,11 ou 3,6% acima do m\u00eas anterior e 12,48%  a mais que no mesmo m\u00eas de 2014.<\/p>\n<p>Em terceiro, est\u00e1 Florian\u00f3polis com R$ 360,64 e alta de 2,14% em rela\u00e7\u00e3o ao registrado em dezembro \u00faltimo. Em 12 meses, a capital de Santa Catarina apresentou eleva\u00e7\u00e3o de 11,76%.<\/p>\n<p>Em Goi\u00e2nia, os pre\u00e7os subiram, na m\u00e9dia, 18,22% em um ano, com cesta b\u00e1sica a R$ 323,73. Em Bras\u00edlia, o valor alcan\u00e7ou R$ 353,60, alta de 16,28% em 12 meses. No Rio de Janeiro, o reajuste no m\u00eas foi 4,58%, com R$ 353,51, crescimento de 13,84% em 12 meses.<\/p>\n<p> Em Vit\u00f3ria, os consumidores pagavam em janeiro deste ano R$ 348,30, 4,55% a mais do que em dezembro \u00faltimo e 6,47% acima do mesmo per\u00edodo em 2014. Em Belo Horizonte, o valor saltou em um m\u00eas 6,81%, com R$ 337,57. Os pre\u00e7os na capital mineira ficam 10,31% mais altos do que h\u00e1 um ano.<\/p>\n<p>Em Curitiba, o valor da cesta b\u00e1sica cresceu 6,33%, com R$ 335,82, representando 14,2% a mais do que em janeiro de 2014. Em Campo Grande, o custo aumentou 6,9%, com R$ 329,58 ou 14,21%, correpondente ao per\u00edodo de um ano. Em Bel\u00e9m, o valor da cesta foi corrigido em 1,02%, passando para R$ 310,78 ou 4,86% de alta sobre janeiro do ano passado.<\/p>\n<p>No Recife, o valor atingiu R$ 290,43, altas de 1,41% no m\u00eas e de 3,45% em um ano. Em Fortaleza, o custo ficou em R$ 288,99, com alta de 3,07% sobre dezembro \u00faltimo e de 5,24% sobre o mesmo m\u00eas do ano passado.<\/p>\n<p>Com base na varia\u00e7\u00e3o de pre\u00e7os apurada em S\u00e3o Paulo, que tem a cesta mais cara do pa\u00eds, o Dieese calculou que o  sal\u00e1rio m\u00ednimo ideal para suprir as necessidades b\u00e1sicas de uma fam\u00edlia \u00e9 R$ 3.118,62 ou 3,96 vezes maior do que o m\u00ednimo atualmente em vigor no pa\u00eds, R$ 788,00. Em dezembro \u00faltimo o valor tinha sido de R$ 2,975,55 ou 4,11 vezes mais do que o piso naquele per\u00edodo, que era R$ 724,00.<\/p>\n<p>Os itens que  mais aumentaram em janeiro foram carne bovina, feij\u00e3o, p\u00e3o franc\u00eas, tomate e batata. Na outra ponta, contribu\u00edram para minimizar o impacto desses aumentos o leite e a farinha de mandioca.<\/p>\n<p>No caso do feij\u00e3o preto, pesquisado no Sul e em parte do Sudeste (Rio de Janeiro e Vit\u00f3ria) e do Centro-Oeste (Bras\u00edlia), os pre\u00e7os oscilaram entre 2,27% (Porto alegre) e 7,59% (Vit\u00f3ria). Em Bras\u00edlia, houve queda de 0,18%. O feij\u00e3o carioquinha foi cotado entre 8,27%, em Salvador e 46,21%, em Campo Grande. Segundo o Dieese, essa cultura foi comprometida em algumas localidades por excesso de chuva ou de estiagem e redu\u00e7\u00e3o da \u00e1rea plantada, devido \u00e0 baixa cota\u00e7\u00e3o no mercado.<\/p>\n<p>A carne bovina ficou mais cara em 16 das 18 capitais, por causa da redu\u00e7\u00e3o da oferta. A batata chegou a custar at\u00e9 74,9% a mais em Porto Alegre \u2013 em um ano, os ga\u00fachos passaram a pagar at\u00e9 100,87%. O p\u00e3o franc\u00eas foi reajustado em 14 capitais, com destaque para Campo Grande, onde o valor aumentou 2,06% em 12 meses. A maior alta do p\u00e3ozinho foi em Aracaju (24,02%). Esses custos refletem tanto a cota\u00e7\u00e3o do trigo quanto o reajuste das tarifas p\u00fablicas.<\/p>\n<p>Quanto ao tomate, nas 12 cidades onde o produto ficou mais caro, os destaque foram Belo Horizonte (39,93%) e Salvador (30,32%). O leite ficou mais barato em 15 das 18 capitais pesquisadas, com quedas mais expressivas em Goi\u00e2nia (8,57%) e Bel\u00e9m (7,48%). Os pre\u00e7os da farinha de mandioca ca\u00edram em seis das oito capitais do Norte e do Nordeste. A maior retra\u00e7\u00e3o foi em Natal (10,27%).<\/p>\n<p>Marli Moreira &#8211; Rep\u00f3rter da Ag\u00eancia Brasil<br \/>\nEdi\u00e7\u00e3o: Val\u00e9ria Aguiar<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os produtos da cesta b\u00e1sica ficaram mais caros em janeiro, na grande maioria das capitais, segundo Pesquisa Nacional da Cesta B\u00e1sica pelo Departamento Intersindical de Estat\u00edstica e Estudos Socioecon\u00f4micos (Dieese). Houve eleva\u00e7\u00e3o em 17 das 18 capitais pesquisadas e as principais altas ocorreram em Salvador (11,71%); Aracaju (7,79%), Goi\u00e2nia (7,48%) e Bras\u00edlia (7,26%). 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