{"id":76555,"date":"2015-10-20T17:20:47","date_gmt":"2015-10-20T19:20:47","guid":{"rendered":"http:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/?p=76555"},"modified":"2015-10-20T17:20:47","modified_gmt":"2015-10-20T19:20:47","slug":"alimentacao-saudavel-na-adolescencia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/migracao.redenoticia.com.br\/noticia\/2015\/alimentacao-saudavel-na-adolescencia\/76555","title":{"rendered":"Alimenta\u00e7\u00e3o saud\u00e1vel na adolesc\u00eancia"},"content":{"rendered":"<p>Por No\u00eamia Lopes | Ag\u00eancia FAPESP <em><strong>Alimenta\u00e7\u00e3o saud\u00e1vel<\/strong><\/em> \u2013 Dispostos em roda, alunos de Ensino M\u00e9dio jogam uma esp\u00e9cie de \u201csupertrunfo\u201d. Mas em vez de comparar modelos de carros ou poderes de her\u00f3is, eles conversam sobre cartas com tabelas nutricionais de diferentes tipos de lanches, mais ou menos saud\u00e1veis: qual \u00e9 o teor de a\u00e7\u00facar, sal, gordura, fibras e vitaminas de cada alimento? O que cada uma dessas informa\u00e7\u00f5es significa? Como a escolha do que consumimos afeta nossa sa\u00fade?<\/p>\n<p>A disputa faz parte de um conjunto de oficinas promovido mensalmente, desde abril de 2014, pelo  (OCRC, da sigla em ingl\u00eas), um dos  (CEPIDs) apoiados pela FAPESP.<\/p>\n<p>Os encontros ocorrem no anfiteatro e nas arenas da Faculdade de Ci\u00eancias M\u00e9dicas (FCM) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e, a cada m\u00eas, re\u00fanem em m\u00e9dia 92 convidados (88 alunos e quatro professores) de duas escolas da rede p\u00fablica de ensino.<\/p>\n<p>\u201cBuscamos mostrar aos jovens que uma dieta balanceada ajuda a prevenir o aparecimento de doen\u00e7as como diabetes, hipertens\u00e3o e obesidade. E, mais do que isso, que a ci\u00eancia e particularmente a qu\u00edmica dos alimentos n\u00e3o est\u00e3o apenas nos livros \u2013 elas est\u00e3o vivas e tocam permanentemente nossas vidas\u201d, disse Ronaldo Aloise Pilli, coordenador de Educa\u00e7\u00e3o e Difus\u00e3o do Conhecimento do OCRC, \u00e0 Ag\u00eancia FAPESP.<\/p>\n<p>As oficinas come\u00e7am sempre com uma palestra introdut\u00f3ria, ministrada por p\u00f3s-graduandos vinculados aos pesquisadores do CEPID OCRC. Na \u00faltima edi\u00e7\u00e3o, realizada em 11 de setembro, a palestrante foi Vanessa B\u00f3bbo, aluna de doutorado na Escola de Enfermagem da Unicamp.<\/p>\n<p>\u201cAdolescentes costumam associar os cuidados com o corpo somente \u00e0 apar\u00eancia. Queremos chamar a aten\u00e7\u00e3o deles para o fato de que, desde cedo, as escolhas do card\u00e1pio tamb\u00e9m t\u00eam influ\u00eancia sobre algo muito mais importante \u2013 nossa sa\u00fade e qualidade de vida\u201d, afirmou B\u00f3bbo.<\/p>\n<p>A apresenta\u00e7\u00e3o inclui recursos como imagens de tumblrs, gifs animados e memes, tornando a linguagem mais descontra\u00edda, mas o intuito \u00e9 o de que esse momento sirva como pontap\u00e9 inicial para discuss\u00f5es mais profundas que vir\u00e3o a seguir, nas oficinas propriamente ditas.<\/p>\n<p>\u201cDepois de falarmos rapidamente sobre a composi\u00e7\u00e3o dos alimentos, algo que o estudante dessa faixa et\u00e1ria j\u00e1 conhece, conversamos sobre o qu\u00ea, quanto e quando consumir, o papel da insulina no corpo humano, o que os r\u00f3tulos revelam, a import\u00e2ncia dos exerc\u00edcios f\u00edsicos, entre outros temas.\u201d<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m \u00e9 objetivo da equipe do OCRC que os alunos retransmitam as informa\u00e7\u00f5es \u00e0s suas fam\u00edlias, incentivando-as a adotar h\u00e1bitos mais saud\u00e1veis. \u201cQuase todos t\u00eam um parente ou conhecido que \u00e9 diab\u00e9tico, hipertenso ou obeso. Procuramos trazer essas experi\u00eancias para o debate e dar dicas relacionadas a novos h\u00e1bitos\u201d, disse B\u00f3bbo.<\/p>\n<p>Depois da palestra inicial, os estudantes participam de quatro a cinco oficinas, divididos em grupos que se revezam nas atividades, tamb\u00e9m conduzidas por p\u00f3s-graduandos. Al\u00e9m do \u201csupertrunfo\u201d dos alimentos, h\u00e1 rodas dedicadas aos assuntos press\u00e3o arterial, aterosclerose, infarto e AVC; IMC (\u00edndice de massa corporal), massa magra versus massa gorda, alimenta\u00e7\u00e3o e exerc\u00edcio f\u00edsico; doa\u00e7\u00e3o de sangue, ant\u00edgenos e anticorpos, esta \u00faltima promovida por profissionais do Hemocentro da Unicamp.<\/p>\n<p>Parceria com os educadores<\/p>\n<p>O modelo atual das oficinas foi inspirado em um antigo projeto do Instituto Nacional de Ci\u00eancia e Tecnologia (INCT) de Obesidade e Diabetes,  e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Cient\u00edfico e Tecnol\u00f3gico (CNPq). \u201cAt\u00e9 2013, as atividades de educa\u00e7\u00e3o do INCT j\u00e1 eram voltadas a estudantes de Ensino Fundamental e M\u00e9dio. Quando o CEPID OCRC entrou em vigor, adotamos o projeto e priorizamos o atendimento a escolas que se propuseram a difundir o conhecimento adquirido nas oficinas a outros alunos, ampliando ainda mais o alcance de nossas a\u00e7\u00f5es\u201d, disse Cristina Vidrich, gestora de Educa\u00e7\u00e3o e Difus\u00e3o do Conhecimento do OCRC.<\/p>\n<p>Hoje, j\u00e1 h\u00e1 escolas p\u00fablicas de Campinas que procuram a equipe do centro de pesquisa a fim de entrar para o calend\u00e1rio das oficinas. Mas inicialmente a iniciativa partiu do OCRC, que procurou as duas diretorias de ensino da cidade, solicitando indica\u00e7\u00f5es dos dirigentes sobre quais comunidades necessitavam desse tipo de aten\u00e7\u00e3o e divulga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica.<\/p>\n<p>\u201cEstamos trabalhando mais intensamente com tr\u00eas unidades: a Escola Estadual Bar\u00e3o Geraldo de Rezende, pr\u00f3xima \u00e0 Unicamp; a Escola Estadual Miguel Vicente Cury [a cerca de 15 quil\u00f4metros do campus]; e a Escola Estadual Bar\u00e3o Ataliba Nogueira [distante cerca de 13 quil\u00f4metros]\u201d, contou Pilli.<\/p>\n<p>A equipe orienta os educadores a, na medida do poss\u00edvel, conciliar as demandas do conte\u00fado trabalhado na escola com o conte\u00fado ofertado nas oficinas, estendendo-o tamb\u00e9m a novas a\u00e7\u00f5es e desdobramentos. Segundo Pilli, \u201ccabe a eles selecionar qual faixa et\u00e1ria e turma devem vir aos encontros, de acordo com as necessidades de aprendizagem dos estudantes\u201d.<\/p>\n<p>Aos poucos, chegam not\u00edcias sobre como os professores t\u00eam feito a transposi\u00e7\u00e3o entre oficina e sala de aula. \u201cSoubemos de um professor de Matem\u00e1tica que incentivou seus alunos a replicar a oficina sobre c\u00e1lculo do IMC para colegas da escola que n\u00e3o tinham vindo \u00e0 Unicamp. Um docente de Geografia e um de Ingl\u00eas travaram uma parceria para investigar costumes alimentares e aumento da obesidade em pa\u00edses de l\u00edngua inglesa\u201d, exemplificou Vidrich.<\/p>\n<p>Joander Rodrigues, professor de F\u00edsica da Escola Estadual Miguel Vicente Cury, acompanhou seus alunos na oficina de 11 de setembro. \u201cEles t\u00eam a chance de absorver e multiplicar esse conte\u00fado a que t\u00eam acesso aqui. E, mais do que isso, podem sentir despertar o desejo de entrar tamb\u00e9m para o time acad\u00eamico, como estudantes e pesquisadores\u201d, disse.<\/p>\n<p>De acordo com Pilli, fomentar esse interesse est\u00e1 sempre entre as metas do OCRC. \u201cAfinal\u201d, questiona ele, \u201ccomo o aluno pode se interessar por Ci\u00eancia se ela n\u00e3o o encanta?\u201d<\/p>\n<p>Em 2014, as oficinas contaram com 848 participantes, entre alunos e docentes. Em 2015, estima-se que ser\u00e3o 880 at\u00e9 o m\u00eas de novembro.<\/p>\n<p>As escolas integram ainda outras atividades espor\u00e1dicas, como visitas a museus e laborat\u00f3rios da universidade, excurs\u00f5es ao Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM) e orienta\u00e7\u00f5es para montagem de feiras de ci\u00eancias.<\/p>\n<p>Surpresas e descobertas<\/p>\n<p>Apesar do f\u00e1cil acesso que os estudantes t\u00eam \u00e0 informa\u00e7\u00e3o, Pilli e Vidrich contam que as turmas ainda se surpreendem com a quantidade de a\u00e7\u00facar presente nos refrigerantes, o teor de gordura de certos biscoitos ou o fato de que barras de cereal e sucos de caixinha nem sempre s\u00e3o as melhores escolhas, dependendo dos ingredientes que os comp\u00f5em. H\u00e1 surpresas, contudo, que agregam novas op\u00e7\u00f5es ao card\u00e1pio.<\/p>\n<p>Na \u00faltima parada das oficinas, e depois de todas as informa\u00e7\u00f5es recebidas, as turmas s\u00e3o convidadas a montar lanches saud\u00e1veis, com direito \u00e0 inclus\u00e3o de salada e suco natural \u2013 escolhas distantes do biscoito recheado com achocolatado ou da batata frita com refrigerante que tanto aparecem, ao longo do dia, no discurso dos adolescentes.<\/p>\n<p>\u201cHoje escutei um garoto elogiando o sandu\u00edche que montou adicionando tomate, cenoura e alface. Quanto ao suco, em geral as turmas j\u00e1 chegam perguntando pelo a\u00e7\u00facar, mas acabam convencidas a provar a bebida apenas com o adocicado natural da fruta\u201d, contou a nutricionista Carla Bueno, oficineira e doutoranda da FCM.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 uma quest\u00e3o de desconstruir pr\u00e9-conceitos, por vezes criados h\u00e1 anos, h\u00e1 gera\u00e7\u00f5es. Quando os pais dizem \u2018coma a salada sen\u00e3o ficar\u00e1 sem sobremesa\u2019, a percep\u00e7\u00e3o que se cria \u00e9 a de que salada \u00e9 ruim, mas obrigat\u00f3ria para ganhar a recompensa, ou seja, o doce\u201d, disse Bueno.<\/p>\n<p>\u201cMas o saud\u00e1vel custa caro, n\u00e3o custa?\u201d, ouviu-se, enquanto isso, numa das rodas de conversa. \u201cDepende\u201d, responderam os oficineiros, que exemplificavam: os mesmos R$ 3 que compram uma barra de chocolate que termina depressa compram um pacote de aveia que dura por dias; frutas como banana, ma\u00e7\u00e3 ou mam\u00e3o s\u00e3o mais acess\u00edveis que o kiwi, o morango ou o maracuj\u00e1.<\/p>\n<p>\u201cTamb\u00e9m trabalhamos nesse sentido, de desfazer equ\u00edvocos\u201d, contou Pilli. \u201cAinda existe muita confus\u00e3o sobre o que \u00e9 alimenta\u00e7\u00e3o saud\u00e1vel, em p\u00fablicos de todas as idades. H\u00e1 quem pense que se trata de consumir produtos diet\u00e9ticos \u2013 o que s\u00f3 \u00e9 necess\u00e1rio em casos espec\u00edficos. Ou que refrigerantes e chocolates n\u00e3o possuem sal \u2013 basta conferir os r\u00f3tulos para verificar que possuem, sim. S\u00e3o m\u00e1s interpreta\u00e7\u00f5es que buscamos resolver junto aos estudantes, professores e, se poss\u00edvel, suas fam\u00edlias.\u201d<\/p>\n<p>Para Emile Chiareli, de 15 anos, a novidade foi descobrir qu\u00e3o importante \u00e9 cuidar de cada refei\u00e7\u00e3o do dia. &#8220;Sempre comi aleatoriamente, quando sinto vontade, e agora vou tentar prestar mais aten\u00e7\u00e3o no que como e quando como, de manh\u00e3, \u00e0 tarde e \u00e0 noite\u201d, disse ela.<\/p>\n<p>Expans\u00e3o e outras frentes de atua\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>No m\u00eas de setembro, o OCRC promoveu sua primeira oficina fora de Campinas. O encontro ocorreu na Faculdade de Ci\u00eancias Aplicadas (FCA) da Unicamp em Limeira, cidade onde tamb\u00e9m atuam pesquisadores vinculados ao CEPID.<\/p>\n<p>\u201cPlanejamos expandir ainda para Piracicaba, onde temos parceiros na Faculdade de Odontologia [FOP, tamb\u00e9m da Unicamp], e Diadema, onde um colega na Unifesp [Universidade Federal de S\u00e3o Paulo] manifestou o interesse de reproduzir nosso modelo de atividades\u201d, afirmou Pilli.<\/p>\n<p>\u201cA ideia \u00e9 que possamos capilarizar, espalhar as oficinas pelo maior n\u00famero poss\u00edvel de cidades, atendendo cada vez mais jovens\u201d, concluiu.<\/p>\n<p>O OCRC tamb\u00e9m investe na produ\u00e7\u00e3o de materiais de divulga\u00e7\u00e3o, como hist\u00f3rias em quadrinhos. A primeira delas, \u201cVivendo de bem com o diabetes\u201d, teve tiragem de 9.850 exemplares, distribu\u00eddos em oficinas e demais eventos promovidos pelo centro de pesquisa, e tamb\u00e9m est\u00e1 .<\/p>\n<p>Um f\u00f4lder ilustrado sobre alimenta\u00e7\u00e3o saud\u00e1vel, &#8220;Como eu fa\u00e7o para comer bem?&#8221;, foi lan\u00e7ado em 11 de outubro, dia mundial de combate \u00e0 obesidade, com tiragem de 10 mil exemplares. Eles seriam distribu\u00eddos entre os participantes da corrida &#8220;VI Volta da Unicamp&#8221; e a comunidade da universidade\u00a0\u2013 alunos, funcion\u00e1rios, pacientes e visitantes.<\/p>\n<p>Ainda na internet, o CEPID mant\u00e9m um  voltado a pesquisadores e a p\u00e1gina , com not\u00edcias, dicas e receitas em linguagem de f\u00e1cil entendimento.<\/p>\n<p>Os dados consolidados para o per\u00edodo de setembro de 2014 a maio de 2015 mostram que o SobrePeso atingiu uma m\u00e9dia de 210,2 mil pageviews por m\u00eas e 1,5 milh\u00e3o de acessos totais, al\u00e9m de reunir quase 7 mil seguidores em sua .<\/p>\n<p>Os pr\u00f3ximos planos da equipe envolvem criar uma gincana virtual, tamb\u00e9m destinada a alunos de escolas p\u00fablicas, e ampliar o p\u00fablico-alvo das atividades educacionais do OCRC, envolvendo, por exemplo, grupos de idosos.<\/p>\n<p>Exposi\u00e7\u00e3o Cor da Luz<\/p>\n<p>O OCRC \u00e9 um dos tr\u00eas CEPIDs envolvidos na organiza\u00e7\u00e3o da exposi\u00e7\u00e3o \u201cCor da Luz &#8211; O C\u00f3digo das Cores\u201d, em cartaz no Museu Explorat\u00f3rio de Ci\u00eancias (MC) da Unicamp desde agosto \u2013 os outros s\u00e3o o  (CCES\/eScience) e o  (BRAINN).<\/p>\n<p>\u201cSempre falamos sobre a import\u00e2ncia de montar um prato com cores variadas. A clorofila, o licopeno e o caroteno s\u00e3o exemplos de pigmentos que est\u00e3o presentes nos alimentos e t\u00eam propriedades nutricionais e funcionais. Esse tema permeou nossa contribui\u00e7\u00e3o na montagem na exposi\u00e7\u00e3o\u201d, contou Pilli.<\/p>\n<p>Pain\u00e9is interativos permitem ao visitante associar a cor de alimentos aos seus respectivos pigmentos; instala\u00e7\u00f5es abordam como a natureza se valeu, ao longo do processo evolutivo, de estruturas qu\u00edmicas semelhantes na garantia de processos vitais aos reinos vegetal e animal; outras revelam como os mecanismos da vis\u00e3o humana se desenvolveram de modo a assegurar melhores chances de se conseguir comida; e h\u00e1 tamb\u00e9m exemplos de como a luz \u00e9 usada para diagn\u00f3stico e tratamentos m\u00e9dicos.<\/p>\n<p>De acordo com Pilli, a receptividade do p\u00fablico tem sido muito positiva e a exposi\u00e7\u00e3o deve se estender at\u00e9 o ano que vem. Mais informa\u00e7\u00f5es podem ser encontradas em .<\/p>\n<p>Educa\u00e7\u00e3o e difus\u00e3o do conhecimento<\/p>\n<p>Os 17 CEPIDs mantidos atualmente pela FAPESP t\u00eam como miss\u00e3o desenvolver investiga\u00e7\u00e3o fundamental ou aplicada, com impacto comercial e social relevante, contribuir para a inova\u00e7\u00e3o por meio de transfer\u00eancia de tecnologia e oferecer atividades de extens\u00e3o para professores e alunos dos Ensinos Fundamental e M\u00e9dio e para o p\u00fablico em geral.<\/p>\n<p>Para saber mais, acesse: .<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por No\u00eamia Lopes | Ag\u00eancia FAPESP Alimenta\u00e7\u00e3o saud\u00e1vel \u2013 Dispostos em roda, alunos de Ensino M\u00e9dio jogam uma esp\u00e9cie de \u201csupertrunfo\u201d. Mas em vez de comparar modelos de carros ou poderes de her\u00f3is, eles conversam sobre cartas com tabelas nutricionais de diferentes tipos de lanches, mais ou menos saud\u00e1veis: qual \u00e9 o teor de a\u00e7\u00facar, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":21255,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"tdm_status":"","tdm_grid_status":"","footnotes":""},"categories":[22],"tags":[],"class_list":{"0":"post-76555","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-brasil"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/migracao.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/76555","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/migracao.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/migracao.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/migracao.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/migracao.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=76555"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/migracao.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/76555\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/migracao.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/media\/21255"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/migracao.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=76555"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/migracao.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=76555"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/migracao.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=76555"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}