{"id":79406,"date":"2016-01-05T18:01:16","date_gmt":"2016-01-05T20:01:16","guid":{"rendered":"http:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/?p=79406"},"modified":"2016-01-05T18:01:16","modified_gmt":"2016-01-05T20:01:16","slug":"ipc-s-acumula-alta-de-1053-em-2015","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/migracao.redenoticia.com.br\/noticia\/2016\/ipc-s-acumula-alta-de-1053-em-2015\/79406","title":{"rendered":"IPC-S acumula alta de 10,53% em 2015"},"content":{"rendered":"<p> O \u00cdndice de Pre\u00e7os ao Consumidor Semanal (<strong><em>IPC-S<\/em><\/strong>) teve varia\u00e7\u00e3o de 0,88% na \u00faltima medi\u00e7\u00e3o de dezembro, acumulando alta de 10,53% no per\u00edodo entre janeiro e dezembro de 2015. De acordo com o levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Funda\u00e7\u00e3o Getulio Vargas (FGV), a tarifa de energia el\u00e9trica foi o item que mais influenciou a infla\u00e7\u00e3o ao longo do ano, com reajuste de 49,43%.<\/p>\n<p> Na \u00faltima apura\u00e7\u00e3o de 2015, quatro dos oito grupos pesquisados apresentaram queda, com destaque para transportes (0,8% ante uma alta de 1,09%). Entre os itens que mais contribu\u00edram para esse resultado est\u00e1 a gasolina, que passou de 2,23% para 1,35%.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m diminuiu a intensidade de aumento nos grupos habita\u00e7\u00e3o (de 0,48% para 0,37%), com a tarifa de energia passando de 1,25% para 0,6%; educa\u00e7\u00e3o, leitura e recrea\u00e7\u00e3o (de 1,04% para 0,80%) influenciada pelos ingressos em salas de espet\u00e1culo (de 1,81% para 1,5%) e comunica\u00e7\u00e3o (de 0,13% para 0,10%), sob o efeito da mensalidade de TV a cabo que passou de 0,76% para 0,42%.<\/p>\n<p>Em sentido oposto, ocorreram avan\u00e7os, em \u00edndices superiores aos registrados na terceira pr\u00e9via de dezembro, nos seguintes grupos: alimenta\u00e7\u00e3o (de 1,67% para 1,75%), puxado pela alimenta\u00e7\u00e3o fora de casa (de 06,% para 0,77%); vestu\u00e1rio (0,61% para 1,01%), com eleva\u00e7\u00e3o das roupas em 1,2% ante 0,6%; despesas diversas (0,32% para 0,42%), com destaque para a tarifa postal (de 3,08% para 5,96%) e sa\u00fade e cuidados pessoais (0,66% para 0,67%). Neste \u00faltimo, o que mais pesou foi o sal\u00e3o de beleza (de 0,64% para 0,88%).<\/p>\n<p>Os cinco itens com reflexo de alta sobre o IPC-S no fechamento do ano foram: refei\u00e7\u00f5es em bares e restaurantes (0,6%); gasolina (1,35%); tomate (13,3%) tarifa de t\u00e1xi (8,72%) e plano e seguro de sa\u00fade (1,03%. J\u00e1 os itens que mais ajudaram a conter a infla\u00e7\u00e3o foram: manga (-4,86%); computador e perif\u00e9ricos (-0,45%); alface (-1,59%); autom\u00f3vel usado (-0,16%) e geladeira e freezer (-0,43%).<\/p>\n<p> Marli Moreira &#8211; Rep\u00f3rter da Ag\u00eancia Brasil<br \/>\nEdi\u00e7\u00e3o: Gra\u00e7a Adjuto<br \/>\n05\/01\/2016<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O \u00cdndice de Pre\u00e7os ao Consumidor Semanal (IPC-S) teve varia\u00e7\u00e3o de 0,88% na \u00faltima medi\u00e7\u00e3o de dezembro, acumulando alta de 10,53% no per\u00edodo entre janeiro e dezembro de 2015. 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