{"id":81416,"date":"2016-02-24T10:53:26","date_gmt":"2016-02-24T13:53:26","guid":{"rendered":"http:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/?p=81416"},"modified":"2016-02-23T16:54:22","modified_gmt":"2016-02-23T19:54:22","slug":"hortalicas-tem-alta-de-preco-nos-mercados-atacadistas-diz-conab","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/migracao.redenoticia.com.br\/noticia\/2016\/hortalicas-tem-alta-de-preco-nos-mercados-atacadistas-diz-conab\/81416","title":{"rendered":"Hortali\u00e7as t\u00eam alta de pre\u00e7o nos mercados atacadistas, diz Conab"},"content":{"rendered":"<p> As principais <strong><em>hortali\u00e7as<\/em><\/strong> comercializadas nas centrais de abastecimento (Ceasas) no pa\u00eds tiveram alta nos pre\u00e7os em janeiro. O aumento foi constatado no 2\u00ba Boletim Prohort de Comercializa\u00e7\u00e3o de Hortigranjeiros nas Ceasas em 2016, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O tomate chegou a registrar alta de 84% e a cenoura de 65%.<\/p>\n<p>Segundo a Conab, a eleva\u00e7\u00e3o nos pre\u00e7os das hortali\u00e7as era esperada para o per\u00edodo em fun\u00e7\u00e3o da menor oferta de produtos provocada pelas condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas desfavor\u00e1veis para a produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O tomate registrou alta de 84,6% no Rio de Janeiro e de 70,5% no Esp\u00edrito Santo. A menor alta da cenoura ocorreu no Rio de Janeiro (14,5%), enquanto a maior foi em Campinas: 65%. Tamb\u00e9m acompanharam o movimento de alta a batata (20,5% em Campinas) e a alface (37,2% em S\u00e3o Paulo).<\/p>\n<p>No caso das frutas, o aumento dos custos de produ\u00e7\u00e3o em 2015 tem preocupado o setor e a tend\u00eancia \u00e9 de alta para os pr\u00f3ximos meses. Ainda segundo o boletim, as altas temperaturas e a restri\u00e7\u00e3o de irriga\u00e7\u00e3o provocam baixa produtividade ocasionando a tend\u00eancia de reajuste de pre\u00e7os.<\/p>\n<p>Chuvas<\/p>\n<p>A banana teve boa produtividade em algumas regi\u00f5es. No entanto, as chuvas em determinadas \u00e1reas produtoras afetaram a qualidade e produtividade. A fruta registrou alta de 33,8% no Rio de Janeiro e queda de 15% no Paran\u00e1. A laranja teve redu\u00e7\u00e3o de pre\u00e7os de 9,6% em S\u00e3o Paulo e alta de 28,5% no Paran\u00e1.<\/p>\n<p>O boletim divulgado hoje pela Conab acusa tamb\u00e9m a comercializa\u00e7\u00e3o dos hortigranjeiros em 2015. Foram ofertados 15,8 milh\u00f5es de quilos de produtos hortigranjeiros nas centrais de abastecimento em todo o pa\u00eds, movimentando mais de R$ 30 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p>A quantidade vendida apresenta queda de 2,1% em rela\u00e7\u00e3o a 2014, mas houve aumento de 4,6% no valor transacionado. A redu\u00e7\u00e3o na quantidade \u00e9 explicada por quest\u00f5es clim\u00e1ticas e aumento no custo dos insumos, por exemplo.<\/p>\n<p>O levantamento \u00e9 feito nos mercados atacadistas por meio do Programa Brasileiro de Moderniza\u00e7\u00e3o do Mercado Hortigranjeiro (Prohort), executado pela Conab, e considera a maioria dos entrepostos de S\u00e3o Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Esp\u00edrito Santo, Paran\u00e1 e Cear\u00e1.<\/p>\n<p>Da Ag\u00eancia Brasil<br \/>\nEdi\u00e7\u00e3o: Kleber Sampaio<br \/>\n24\/02\/2016<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As principais hortali\u00e7as comercializadas nas centrais de abastecimento (Ceasas) no pa\u00eds tiveram alta nos pre\u00e7os em janeiro. O aumento foi constatado no 2\u00ba Boletim Prohort de Comercializa\u00e7\u00e3o de Hortigranjeiros nas Ceasas em 2016, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O tomate chegou a registrar alta de 84% e a cenoura de 65%. 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