{"id":83464,"date":"2016-04-01T10:53:57","date_gmt":"2016-04-01T13:53:57","guid":{"rendered":"http:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/?p=83464"},"modified":"2016-03-31T18:55:14","modified_gmt":"2016-03-31T21:55:14","slug":"ibge-precos-na-industria-fecham-fevereiro-com-variacao-negativa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/migracao.redenoticia.com.br\/noticia\/2016\/ibge-precos-na-industria-fecham-fevereiro-com-variacao-negativa\/83464","title":{"rendered":"IBGE: pre\u00e7os na ind\u00fastria fecham fevereiro com varia\u00e7\u00e3o negativa"},"content":{"rendered":"<p> Os <strong><em>pre\u00e7os da ind\u00fastria geral<\/em><\/strong> fecharam o m\u00eas de fevereiro deste ano com defla\u00e7\u00e3o (infla\u00e7\u00e3o negativa) de 0,58%, uma desacelera\u00e7\u00e3o de 1,26 ponto percentual entre um per\u00edodo e outro. Com o resultado de fevereiro, os pre\u00e7os ao produtor (na porta da f\u00e1brica) fecharam o primeiro bimestre do ano com varia\u00e7\u00e3o acumulada de 0,09%, enquanto a taxa acumulada nos \u00faltimos doze meses (anualizada) fechou fevereiro com varia\u00e7\u00e3o de 8,57%, contra 9,99% do acumulada at\u00e9 janeiro.<\/p>\n<p>Os dados do \u00cdndice de Pre\u00e7os ao Produtor (IPP) foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE), e indicam que, entre as 24 atividades das ind\u00fastrias extrativa e de transforma\u00e7\u00e3o, 10 apresentaram varia\u00e7\u00f5es positivas de pre\u00e7os, contra 18 do m\u00eas anterior.<\/p>\n<p>O \u00cdndice de Pre\u00e7os ao Produtor (IPP) das Ind\u00fastrias Extrativas e de Transforma\u00e7\u00e3o mede a evolu\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os de produtos &#8220;na porta de f\u00e1brica&#8221;, sem impostos e fretes, e abrange informa\u00e7\u00f5es por grandes categorias econ\u00f4micas, ou seja, bens de capital, bens intermedi\u00e1rios e bens de consumo (dur\u00e1veis e semidur\u00e1veis e n\u00e3o dur\u00e1veis).<\/p>\n<p>Entre as quatro maiores varia\u00e7\u00f5es observadas em fevereiro est\u00e3o os produtos das atividades de refino de petr\u00f3leo e produtos de \u00e1lcool, cuja taxa fechou com defla\u00e7\u00e3o de 3,06%; bebidas (-2,02%); outros produtos qu\u00edmicos (-1,85%); e confec\u00e7\u00e3o de artigos do vestu\u00e1rio e acess\u00f3rios (2,05%).<\/p>\n<p>J\u00e1 refino de petr\u00f3leo e produtos de \u00e1lcool, com -0,32 ponto percentual; outros produtos qu\u00edmicos (-0,20 ponto percentual; alimentos (0,07 ponto percentual); e bebidas (-0,06 ponto percentual), foram as atividades que exerceram as maiores influ\u00eancias para que o IPP fechasse fevereiro com defla\u00e7\u00e3o de 0,58%.<\/p>\n<p>Varia\u00e7\u00f5es por atividade<\/p>\n<p>Entre as 24 atividades das ind\u00fastrias extrativas e de transforma\u00e7\u00e3o, 10 apresentaram varia\u00e7\u00f5es positivas de pre\u00e7os, contra 18 do m\u00eas anterior, com destaque para o setor de Extrativas, cujas industriais ind\u00fastrias mantiveram a tend\u00eancia de queda em seus pre\u00e7os pelo quarto m\u00eas seguido, registrando uma varia\u00e7\u00e3o de -1,13% em rela\u00e7\u00e3o a janeiro.<\/p>\n<p>O setor apresentou, em m\u00f3dulo, a maior varia\u00e7\u00e3o acumulada no ano (-15,40%), superior ao observado para as demais atividades pesquisadas. A varia\u00e7\u00e3o negativa dos pre\u00e7os do setor no ano teve tamb\u00e9m a maior influ\u00eancia observada (-0,42 ponto percentual) sobre a varia\u00e7\u00e3o verificada para a ind\u00fastria em geral, em 2016.<\/p>\n<p>J\u00e1 a varia\u00e7\u00e3o de pre\u00e7os observada nos alimentos, entre janeiro e fevereiro, de 0,33%, foi a menor taxa desde os 0,13% de junho de 2015. Com esse aumento, a varia\u00e7\u00e3o positiva acumulada chegou a 1,95%. J\u00e1 na compara\u00e7\u00e3o com fevereiro de 2015, a varia\u00e7\u00e3o \u00e9 de 15,67%. Com esses resultados, em termos de influ\u00eancia, o setor desponta como a principal influ\u00eancia positiva nos tr\u00eas indicadores avaliados.<\/p>\n<p>Com uma queda m\u00e9dia de pre\u00e7os ao produtor da ordem de 2,02% em fevereiro, o setor de bebidas passou a acumular queda de 3,66% no primeiro bimestre do ano. Embora o \u00edndice do setor, acumule um aumento de 5,29% com rela\u00e7\u00e3o a fevereiro de 2015, fechou fevereiro deste ano com a quarta queda seguida dos pre\u00e7os ao produtor, que teve uma alta de 9,57% em outubro de 2015. A varia\u00e7\u00e3o negativa nos pre\u00e7os ao produtor deve-se, em parte, segundo o IBGE, a uma redu\u00e7\u00e3o de consumo (menor demanda interna).<\/p>\n<p>Por sua vez, o setor de refino de petr\u00f3leo e produtos de \u00e1lcool, ao registrar defla\u00e7\u00e3o de -3,06% de janeiro para fevereiro, teve a maior varia\u00e7\u00e3o negativa de pre\u00e7os observada em toda a s\u00e9rie. Com ela, o acumulado no ano chegou a -3,63%, maior valor negativo j\u00e1 observado no mesmo m\u00eas ao longo da s\u00e9rie.<\/p>\n<p>Entre os produtos de maior influ\u00eancia nesta base de compara\u00e7\u00e3o tr\u00eas s\u00e3o derivados de petr\u00f3leo e todos (\u00f3leo diesel e outros \u00f3leos combust\u00edveis, naftas e querosene de avia\u00e7\u00e3o) com influ\u00eancia negativa.<\/p>\n<p>O IBGE esclareceu que a influ\u00eancia positiva do \u00e1lcool et\u00edlico (anidro ou hidratado) \u00e9 compat\u00edvel com o per\u00edodo de entressafra da cana-de-a\u00e7\u00facar. A influ\u00eancia dos quatro produtos destacados foi de -2,93 ponto percentual.<\/p>\n<p>At\u00e9 mesmo ve\u00edculos automotores, depois de terem tido a maior varia\u00e7\u00e3o da s\u00e9rie (2,13%, em janeiro de 2016), na compara\u00e7\u00e3o com o m\u00eas anterior, os pre\u00e7os dos produtos do setor recuaram 0,04%. Com isso, o acumulado no ano recuou de 2,13% para 2,09%.<\/p>\n<p>No acumulado<\/p>\n<p>A alta acumulada de 8,57% em fevereiro na taxa anualizada teve entre as quatro maiores varia\u00e7\u00f5es de pre\u00e7os as atividades de equipamentos de transporte, cuja infla\u00e7\u00e3o acumulada chegou a 30,62%; fumo (26,40%); papel e celulose (18,07%); e a Ind\u00fastrias extrativas, que neste caso fechou com infla\u00e7\u00e3o negativa de 24,15%.<\/p>\n<p>J\u00e1 por influ\u00eancia, o IBGE destacou os setores de alimentos, com contribui\u00e7\u00e3o de 3 pontos percentuais para a defla\u00e7\u00e3o de 0, 58%; outros produtos qu\u00edmicos (1,55 ponto percentual); Ind\u00fastrias extrativas (-0,81 ponto); e ve\u00edculos automotores (0,69 ponto percentual).<\/p>\n<p>J\u00e1 entre as grandes categorias econ\u00f4micas, bens intermedi\u00e1rios fechou fevereiro com defla\u00e7\u00e3o de 1,38% em rela\u00e7\u00e3o a janeiro; bens de capital (-0,40%); e bens de consumo com 0,67%. Neste caso, 0,5% foi a varia\u00e7\u00e3o observada em bens de consumo dur\u00e1veis e 0,72% em bens de consumo semidur\u00e1veis e n\u00e3o dur\u00e1veis.<\/p>\n<p>Ainda entre as grandes categorias econ\u00f4micas a principal influ\u00eancia foi exercida pela varia\u00e7\u00e3o negativa de 0,04 ponto percentual em bens de capital; de -0,78 pontos percentuais em bens intermedi\u00e1rios e 0,23 pontos percentuais em bens de consumo. Neste caso, 0,19 ponto percentual diz respeito \u00e0 varia\u00e7\u00e3o de pre\u00e7o observada em bens de consumo semidur\u00e1veis e n\u00e3o dur\u00e1veis e 0,04 pontos a bens de consumo dur\u00e1veis.<\/p>\n<p>Nielmar de Oliveira \u2013 Rep\u00f3rter da Ag\u00eancia Brasil<br \/>\nEdi\u00e7\u00e3o: Maria Claudia<br \/>\n01\/04\/2016<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os pre\u00e7os da ind\u00fastria geral fecharam o m\u00eas de fevereiro deste ano com defla\u00e7\u00e3o (infla\u00e7\u00e3o negativa) de 0,58%, uma desacelera\u00e7\u00e3o de 1,26 ponto percentual entre um per\u00edodo e outro. Com o resultado de fevereiro, os pre\u00e7os ao produtor (na porta da f\u00e1brica) fecharam o primeiro bimestre do ano com varia\u00e7\u00e3o acumulada de 0,09%, enquanto a [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":57585,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"tdm_status":"","tdm_grid_status":"","footnotes":""},"categories":[22,7],"tags":[],"class_list":{"0":"post-83464","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-brasil","8":"category-economia"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/migracao.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/83464","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/migracao.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/migracao.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/migracao.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/migracao.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=83464"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/migracao.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/83464\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/migracao.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/media\/57585"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/migracao.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=83464"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/migracao.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=83464"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/migracao.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=83464"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}