{"id":85382,"date":"2016-05-02T10:47:25","date_gmt":"2016-05-02T13:47:25","guid":{"rendered":"http:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/?p=85382"},"modified":"2016-04-29T18:59:16","modified_gmt":"2016-04-29T21:59:16","slug":"desemprego-cresce-para-109-e-atinge-11-milhoes-de-pessoas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/migracao.redenoticia.com.br\/noticia\/2016\/desemprego-cresce-para-109-e-atinge-11-milhoes-de-pessoas\/85382","title":{"rendered":"Desemprego cresce para 10,9% e atinge 11 milh\u00f5es de pessoas"},"content":{"rendered":"<p> A taxa de desocupa\u00e7\u00e3o atingiu 10,9% no trimestre m\u00f3vel encerrado em mar\u00e7o \u00faltimo, resultado 1,9 ponto percentual acima da taxa de 9% do trimestre fechado em dezembro de 2015 e 3 pontos percentuais a mais que no mesmo trimestre de 2015, quando o <strong><em>desemprego<\/em><\/strong> estava em 7,9%. Esta \u00e9 a maior taxa de desemprego da s\u00e9rie hist\u00f3rica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlio Cont\u00ednua (Pnad Cont\u00ednua) iniciada em 2012.<\/p>\n<p>Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE). A popula\u00e7\u00e3o desocupada chegou a 11,1 milh\u00f5es de pessoas, aumentando 22,2% (2 milh\u00f5es de pessoas), em rela\u00e7\u00e3o ao n\u00famero de desempregados do per\u00edodo imediatamente anterior (outubro a dezembro de 2015).<\/p>\n<p>No confronto com igual trimestre do ano passado, o n\u00famero de desemprego subiu 39,8%, o que significa um aumento de 3,2 milh\u00f5es de pessoas desocupadas.<\/p>\n<p>Os dados do IBGE indicam que, no trimestre encerrado em mar\u00e7o \u00faltimo, a popula\u00e7\u00e3o ocupada do pa\u00eds estava em 90,6 milh\u00f5es de pessoas, apresentando uma redu\u00e7\u00e3o de 1,7%, quando comparada com o trimestre de outubro a dezembro de 2015. Em compara\u00e7\u00e3o com igual trimestre do ano passado, houve queda de 1,5% na popula\u00e7\u00e3o ocupada, representando menos 1,4 milh\u00e3o de pessoas.<\/p>\n<p>Carteira Assinada<\/p>\n<p>Em um ano, 1,4 milh\u00e3o de pessoas deixaram de integrar o contingente de trabalhadores com carteira de trabalha assinada no setor privado, que fechou o trimestre encerrado em mar\u00e7o \u00faltimo em 34,6 milh\u00f5es de trabalhadores.<\/p>\n<p>Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicilio Cont\u00ednua divulgada pelo IBGE. O n\u00famero de empregados com carteira assinada apresentou queda em ambos os per\u00edodos de compara\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Frente ao trimestre de outubro a dezembro do ano passado, a queda foi de 2,2%, e na compara\u00e7\u00e3o com igual trimestre do ano passado (janeiro\/mar\u00e7o), a redu\u00e7\u00e3o foi de 4%.<\/p>\n<p>Em contrapartida, a categoria das pessoas que trabalharam por conta pr\u00f3pria registrou aumento de 1,2% em rela\u00e7\u00e3o ao trimestre de outubro a dezembro de 2015, o que significou incremento de 274 mil pessoas.<\/p>\n<p>Na compara\u00e7\u00e3o com o trimestre de janeiro a mar\u00e7o de 2015, houve aumento de 6,5% no n\u00famero dos que trabalhavam por conta pr\u00f3pria, o que representou um acr\u00e9scimo de 1,4 milh\u00e3o de pessoas.<\/p>\n<p>J\u00e1 a participa\u00e7\u00e3o dos empregadores apresentou redu\u00e7\u00e3o de 5,8% em rela\u00e7\u00e3o ao trimestre de outubro a dezembro de 2015 e, de 8,6% em rela\u00e7\u00e3o ao trimestre de janeiro a mar\u00e7o de 2015.<\/p>\n<p>Por grupamentos de atividade, o contingente de ocupados caiu 5,2% na ind\u00fastria em geral no trimestre encerrado em mar\u00e7o, em rela\u00e7\u00e3o ao trimestre de outubro a dezembro de 2015, menos 645 mil pessoas empregadas no parque fabril do pa\u00eds.<\/p>\n<p>A queda foi de 4,8% na constru\u00e7\u00e3o (-380 mil pessoas); de menos 1,9% na administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica, defesa, seguridade social, educa\u00e7\u00e3o, sa\u00fade humana e servi\u00e7os sociais (o equivalente a menos 299 mil pessoas); e de 1,6% no com\u00e9rcio, repara\u00e7\u00e3o de ve\u00edculos automotores e motocicletas (-280 mil pessoas).<\/p>\n<p>Rendimento m\u00e9dio<\/p>\n<p>Os dados divulgados pelo IBGE indicam, ainda, que o rendimento m\u00e9dio real habitualmente recebido em todos os trabalhos fechou mar\u00e7o em R$ 1.966, permanecendo est\u00e1vel frente a R$ 1.961 relativos ao trimestre de outubro a dezembro de 2015. Com rela\u00e7\u00e3o ao mesmo trimestre do ano passado, o rendimento m\u00e9dio real habitual caiu 3,2% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo trimestre do ano passado, quando era de R$ 2.031.<\/p>\n<p>Na compara\u00e7\u00e3o com o trimestre de outubro a dezembro de 2015, apenas os trabalhadores dom\u00e9sticos apresentaram aumento no rendimento m\u00e9dio (2,3%). Em rela\u00e7\u00e3o ao trimestre de janeiro a mar\u00e7o de 2015, na categoria dos trabalhadores por conta pr\u00f3pria, houve redu\u00e7\u00e3o de 3,9% no rendimento m\u00e9dio.<\/p>\n<p>Por grupamento de atividade, ainda em rela\u00e7\u00e3o ao trimestre outubro a dezembro de 2015, houve retra\u00e7\u00e3o de 4% na agricultura, pecu\u00e1ria, produ\u00e7\u00e3o florestal, pesca e aquicultura e alta de 2,3% no grupamento dos servi\u00e7os dom\u00e9sticos.<\/p>\n<p>Frente ao trimestre janeiro a mar\u00e7o de 2015, a retra\u00e7\u00e3o foi ainda maior: de 8% nos rendimentos da agricultura, pecu\u00e1ria, produ\u00e7\u00e3o florestal, pesca e aquicultura, e de 5,5% no com\u00e9rcio, repara\u00e7\u00e3o de ve\u00edculos automotores e motocicletas.<\/p>\n<p>Segundo o IBGE, os R$ 173,5 bilh\u00f5es relativos a massa de rendimento real habitualmente recebida em todos os trabalhos ficaram est\u00e1veis em rela\u00e7\u00e3o ao trimestre de outubro a dezembro de 2015, mas teve queda de 4,1% frente ao mesmo trimestre do ano anterior.<\/p>\n<p> Nielmar de Oliveira &#8211; Rep\u00f3rter da Ag\u00eancia Brasil<br \/>\nEdi\u00e7\u00e3o: Kleber Sampaio<br \/>\n02\/05\/2016<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A taxa de desocupa\u00e7\u00e3o atingiu 10,9% no trimestre m\u00f3vel encerrado em mar\u00e7o \u00faltimo, resultado 1,9 ponto percentual acima da taxa de 9% do trimestre fechado em dezembro de 2015 e 3 pontos percentuais a mais que no mesmo trimestre de 2015, quando o desemprego estava em 7,9%. 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